Slide

ARMOR CAPITAL na Mídia

armorcapital

O Banco Central realizou um leilão de linha extrao O Banco Central realizou um leilão de linha extraordinária de US$ 1 bilhão, em movimento que chamou a atenção do mercado.
Para Alfredo Menezes, CIO da Armor Capital, a atuação no mesmo dia do anúncio difere do padrão recente de intervenções. Segundo ele, o movimento pode estar associado a um fluxo não antecipado, possivelmente relacionado a remessas ou ajustes de posição ao longo do dia.

#armorcapital #mercadofinanceiro
“O Sinal e o Ruído” – Nate Silver Trata-se de um “O Sinal e o Ruído” – Nate Silver

Trata-se de um guia sobre como interpretar dados, separar informação relevante de distração e tomar decisões melhores em ambientes de incerteza — como o mercado financeiro.
Nate Silver mostra que previsões dependem da capacidade de lidar com probabilidades, vieses e cenários.

4 motivos para ler:

1️⃣ Entender a diferença entre sinal e ruído em meio ao excesso de informação;
2️⃣ Aprender a pensar em probabilidades e não em certezas;
3️⃣ Reconhecer vieses e limitações que distorcem análises e decisões;
4️⃣ Interpretar cenários complexos, incertos e dinâmicos.

Um lembrete de que, no mercado e na vida, a vantagem não está em prever tudo, mas em interpretar melhor o que realmente importa.

#armorcapital #armorindica
Nos EUA, fevereiro foi marcado por volatilidade no Nos EUA, fevereiro foi marcado por volatilidade no cenário macroeconômico. O mercado começou o mês digerindo a indicação de Kevin Warsh por Trump para a presidência do FED, além de discussões sobre possíveis ações coordenadas entre o banco central e o Tesouro, o que chegou a pressionar as Treasuries no início do período.

Ao mesmo tempo, os dados disponíveis seguem mostrando um mercado de trabalho resiliente, enquanto crescem os debates sobre o impacto da inteligência artificial na dinâmica do emprego, tema que também trouxe oscilações relevantes para os mercados ao longo do mês.

No campo geopolítico e comercial, o período também trouxe novos ruídos. A Suprema Corte dos EUA derrubou tarifas de importação implementadas anteriormente, levando o governo Trump a responder com a proposta de uma tarifa universal de 10% sobre importações, com possibilidade de elevação para 15% — fator que adiciona incerteza ao comércio global.

Já no final de fevereiro, tensões no Oriente Médio, com ataques envolvendo o Irã, voltaram a pressionar os mercados, especialmente via commodities energéticas.

O resultado é um início de março ainda marcado por cautela. O que deve guiar o mercado adiante será a evolução dos dados de atividade, inflação e do cenário geopolítico global.

#armorcapital #mercadofinanceiro #economia
Cenário Internacional Fevereiro foi um mês de int Cenário Internacional 
Fevereiro foi um mês de intensa volatilidade para os ativos de risco e pode ser fragmentado em duas partes. A primeira parte consiste na digestão do nome de Kevin Warsh como substituto de Jerome Powell no FED e surpresas altistas nos dados de atividade. A segunda foi concentrada na elevação da incerteza em relação a inteligência artificial, tarifas de importação e acirramento das tensões no Oriente Médio, especialmente no Irã.

Cenário Doméstico
O ambiente doméstico ainda tem sido bastante influenciado pelo cenário global. Com as instabilidades citadas no capítulo anterior, os países emergentes continuaram atrativos e, consequentemente com um fluxo positivo em seus mercados.

Comentário dos Gestores
Como citado anteriormente, fevereiro foi marcado por um aumento na volatilidade dos mercados globais. O receio sobre a possibilidade da substituição de alguns serviços por inteligência artificial foi latente no início do mês, impactando os preços das empresas americanas de alguns setores, como as de softwares, bancos, seguradoras e até mesmo de empresas de transportes. Dessa forma, as ações do setor financeiro caíram em torno de 3,7% e do setor de softwares quase 10%. O S&P500 caiu apenas 0,82%, suportado por setores defensivos que subiram em torno de 10% no mês, como materiais básicos e empresas petrolíferas. O temor em relação a essa eventual mudança de paradigma, aliado com discussões sobre a liquidez de fundos de private credit americanos e o acirramento das tensões dos EUA com o Irã levou o mercado americano para um movimento de risk-off ao longo do mês, com isso taxas das treasuries de longo prazo fecharam mais de 25bps no mês, com as taxas dos títulos de 10 anos encerrando o mês abaixo de 4%.

#armorcapital #cartadogestor
Saída de ativos dos EUA e realocação para outras r Saída de ativos dos EUA e realocação para outras regiões: o movimento começou no 2º tri do ano passado, com o anúncio da política tarifária de Trump e o temor de recessão americana. 

Fundos de renda variável, antes subalocados em emergentes, reagiram: “preciso estar em outras regiões”. Ásia, Europa e América Latina (incluindo Brasil) ganharam fluxo. Agora, o pano de fundo é diferente: dólar forte e tensões geopolíticas reacendem a rotação. 

Com a bolsa testando recordes, fica a pergunta: há espaço para mais alta ou risco de correção no Ibovespa?

#armorcapital #mercadofinanceiro
🗓️ Confira as principais datas de março de 2026 no 🗓️ Confira as principais datas de março de 2026 no calendário econômico da Armor Capital.

📌Já salva esse post

#mercadofinanceiro #calendarioeconomico #armorcapital
A disrupção da inteligência artificial virou o nov A disrupção da inteligência artificial virou o novo foco do mercado. Em novembro, começou o debate sobre o volume de CAPEX das big techs. Em janeiro, os anúncios vieram ainda maiores — e surgiu a dúvida: é sobreinvestimento? Haverá retorno sobre capital?

O resultado foi correção relevante em algumas ações — a Microsoft, por exemplo, caiu cerca de 40% desde o pico. A competição entre OpenAI e Gemini (Google) também aumentou a volatilidade no setor.

Agora, o mercado discute quais setores podem ser mais impactados pela IA. Empresas de software e até logística já passaram por ajustes recentes. O S&P 500 está levemente positivo no ano, mas com grande dispersão entre setores.

Trecho da participação da nossa Sócia e co-CIO da Armor Capital, Paula Moreno no Capital Insights, com Lucinda Pinto, analista de economia da CNN Money, e Renata Pedini, editora-executiva do Broadcast.

#armorcapital #mercadofinanceiro #AI #artificialintelligence
4 motivos para o investidor ler “The Speed of Trus 4 motivos para o investidor ler “The Speed of Trust” – Stephen M. R. Covey

Mais do que um livro sobre liderança, é um manual prático sobre como a confiança impacta resultados — nas empresas, nos mercados e nos investimentos.
Covey mostra que confiança não é apenas um valor moral: é um multiplicador econômico que reduz custos, acelera decisões e amplia retornos.

1️⃣ Perceber que velocidade de execução está diretamente ligada à credibilidade;
2️⃣ Aprender a identificar culturas organizacionais que sustentam performance de longo prazo;
3️⃣ Compreender o impacto da reputação nos múltiplos e na geração de valor;
4️⃣ Enxergar confiança como vantagem competitiva mensurável — não apenas como discurso.

Um lembrete de que, no mercado e na vida, resultados sustentáveis nascem de relações sólidas, governança consistente e alinhamento de incentivos.

#armorcapital #armorindica
Janeiro foi um mês ditado pelo cenário global. O Janeiro foi um mês ditado pelo cenário global.

O aumento das tensões geopolíticas elevou a percepção de risco nos Estados Unidos e trouxe um movimento importante de diversificação global. O dólar perdeu força frente a outras moedas, enquanto ativos de risco — especialmente em mercados emergentes — ganharam espaço.

O Brasil se beneficiou desse fluxo, em um momento em que o cenário doméstico também começou a melhorar. O Copom sinalizou o início do ciclo de flexibilização monetária, reforçando uma visão mais construtiva para os ativos locais.

Na Armor Capital, conseguimos capturar esse movimento através de posições alinhadas a essa mudança de fluxo e de percepção de risco — mantendo disciplina, leitura macro e seletividade.

#ArmorCapital #mercadofinanceiro
Seguir no Instagram

Armor Capital

Armor Capital
Trecho do Minuto do Gestor | fevereiro de 2026  #armorcapital

Nos EUA, fevereiro foi marcado por volatilidade no cenário macroeconômico. O mercado começou o mês digerindo a indicação de Kevin Warsh por Trump para a presidência do FED, além de discussões sobre possíveis ações coordenadas entre o banco central e o Tesouro, o que chegou a pressionar as Treasuries no início do período.

Ao mesmo tempo, os dados disponíveis seguem mostrando um mercado de trabalho resiliente, enquanto crescem os debates sobre o impacto da inteligência artificial na dinâmica do emprego, tema que também trouxe oscilações relevantes para os mercados ao longo do mês.

No campo geopolítico e comercial, o período também trouxe novos ruídos. A Suprema Corte dos EUA derrubou tarifas de importação implementadas anteriormente, levando o governo Trump a responder com a proposta de uma tarifa universal de 10% sobre importações, com possibilidade de elevação para 15% — fator que adiciona incerteza ao comércio global.

Já no final de fevereiro, tensões no Oriente Médio, com ataques envolvendo o Irã, voltaram a pressionar os mercados, especialmente via commodities energéticas.

O resultado é um início de março ainda marcado por cautela. O que deve guiar o mercado adiante será a evolução dos dados de atividade, inflação e do cenário geopolítico global.

#armorcapital #mercadofinanceiro #economia
Cenário econômico internacional de Fevereiro 2026 | Trecho do Minuto do Gestor #armorcapital
Cenário Internacional 
Fevereiro foi um mês de intensa volatilidade para os ativos de risco e pode ser fragmentado em duas partes. A primeira parte consiste na digestão do nome de Kevin Warsh como substituto de Jerome Powell no FED e surpresas altistas nos dados de atividade. A segunda foi concentrada na elevação da incerteza em relação a inteligência artificial, tarifas de importação e acirramento das tensões no Oriente Médio, especialmente no Irã.

Cenário Doméstico
O ambiente doméstico ainda tem sido bastante influenciado pelo cenário global. Com as instabilidades citadas no capítulo anterior, os países emergentes continuaram atrativos e, consequentemente com um fluxo positivo em seus mercados.

Comentário dos Gestores
Como citado anteriormente, fevereiro foi marcado por um aumento na volatilidade dos mercados globais. O receio sobre a possibilidade da substituição de alguns serviços por inteligência artificial foi latente no início do mês, impactando os preços das empresas americanas de alguns setores, como as de softwares, bancos, seguradoras e até mesmo de empresas de transportes. Dessa forma, as ações do setor financeiro caíram em torno de 3,7% e do setor de softwares quase 10%. O S&P500 caiu apenas 0,82%, suportado por setores defensivos que subiram em torno de 10% no mês, como materiais básicos e empresas petrolíferas. O temor em relação a essa eventual mudança de paradigma, aliado com discussões sobre a liquidez de fundos de private credit americanos e o acirramento das tensões dos EUA com o Irã levou o mercado americano para um movimento de risk-off ao longo do mês, com isso taxas das treasuries de longo prazo fecharam mais de 25bps no mês, com as taxas dos títulos de 10 anos encerrando o mês abaixo de 4%.
Minuto do gestor - FEVEREIRO 2026 | Cenário econômico, posicionamento e resultados
Saída de ativos dos EUA e realocação para outras regiões: o movimento começou no 2º tri do ano passado, com o anúncio da política tarifária de Trump e o temor de recessão americana. Fundos de renda variável, antes subalocados em emergentes, reagiram: “preciso estar em outras regiões”. Ásia, Europa e América Latina (incluindo Brasil) ganharam fluxo. Agora, o pano de fundo é diferente: dólar forte e tensões geopolíticas reacendem a rotação. Com a bolsa testando recordes, fica a pergunta: há espaço para mais alta ou risco de correção no Ibovespa?

Trecho da participação da nossa Sócia e co-CIO da Armor Capital, Paula Moreno no Capital Insights, com Lucinda Pinto, analista de economia da CNN Money, e Renata Pedini, editora-executiva do Broadcast.
Ibovespa: Há espaço para mais alta ou risco de correção? #armorcapital
A disrupção da inteligência artificial virou o novo foco do mercado. Em novembro, começou o debate sobre o volume de CAPEX das big techs. Em janeiro, os anúncios vieram ainda maiores — e surgiu a dúvida: é sobreinvestimento? Haverá retorno sobre capital?

O resultado foi correção relevante em algumas ações — a Microsoft, por exemplo, caiu cerca de 40% desde o pico. A competição entre OpenAI e Gemini (Google) também aumentou a volatilidade no setor.

Agora, o mercado discute quais setores podem ser mais impactados pela IA. Empresas de software e até logística já passaram por ajustes recentes. O S&P 500 está levemente positivo no ano, mas com grande dispersão entre setores.

Trecho da participação da nossa Sócia e co-CIO da Armor Capital, Paula Moreno no Capital Insights, com Lucinda Pinto, analista de economia da CNN Money, e Renata Pedini, editora-executiva do Broadcast.
Disrupção da inteligência artificial e ajuste das ações no mercado financeiro #armorcapital
Foi um prazer termos nossa Sócia e co-CIO da Armor Capital, Paula Moreno, participando do Capital Insights, com Lucinda Pinto, analista de economia da CNN Money, e Renata Pedini, editora-executiva do Broadcast.

Na conversa, Paula trouxe uma análise profunda sobre o momento atual dos mercados, com a bolsa brasileira voltando a testar níveis recordes e um fluxo estrangeiro forte impulsionando os ativos locais.

📌 Os principais destaques da entrevista:

- Rotação global de capital
O movimento começou com as políticas tarifárias de Trump e evoluiu para uma realocação mais ampla de recursos, saindo dos Estados Unidos e buscando regiões como América Latina, Ásia e Europa. Hoje, o fluxo é mais global e menos concentrado apenas em renda variável.

- EUA: dispersão setorial e o impacto da IA
Apesar de o S&P 500 estar praticamente estável no ano, há forte dispersão entre setores. Big techs e bancos enfrentam correções, enquanto setores ligados à economia real e small caps mostram mais força. O debate gira em torno do volume de investimento em inteligência artificial, retorno sobre capital e possível sobreinvestimento.

- Brasil: ainda há espaço para alta?
A bolsa subiu de forma relevante com a entrada de capital estrangeiro, especialmente via ETFs como o EWZ, com forte peso em bancos e commodities. Paula destaca que, nesses níveis, não é mais “óbvio” que o índice esteja barato — o investidor local precisa qualificar melhor suas escolhas, especialmente considerando o custo de oportunidade frente à Selic ainda elevada.

- Ciclo de corte de juros e oportunidades
Com expectativa de queda da Selic ao longo do ano, setores mais sensíveis a juros, como small caps, podem ganhar tração. Na renda fixa, a curva curta já embute boa parte do corte, o que leva a preferência por prazos mais longos (4 a 5 anos) e atenção especial às NTN-Bs, que tendem a performar melhor no início do ciclo de flexibilização.

- Dólar, euro e real
Paula analisou o cenário global do dólar (DXY), a força do euro e os impactos geopolíticos. Sobre o real, apesar da conta corrente negativa, o forte fluxo de portfólio e o investimento direto estrangeiro (FDI) têm sustentado a moeda. Em determinados níveis de câmbio, pode ser um momento interessante para o investidor brasileiro diversificar no exterior.

- Riscos no radar
O cenário atual é construtivo, mas depende da manutenção do fluxo global e da estabilidade do mercado americano. Uma eventual correção mais forte nos EUA pode alterar a dinâmica positiva observada em emergentes.

Uma conversa estratégica, técnica e direta ao ponto — essencial para quem quer entender o momento atual do Brasil dentro do contexto global.

#CapitalInsights #CNNMoney #Broadcast #PaulaMoreno #ArmorCapital #MercadoFinanceiro
Participação de Paula Moreno na Capital Insights — uma parceria da CNN Money com a Broadcast.
Janeiro foi um mês ditado pelo cenário global.

O aumento das tensões geopolíticas elevou a percepção de risco nos Estados Unidos e trouxe um movimento importante de diversificação global. O dólar perdeu força frente a outras moedas, enquanto ativos de risco — especialmente em mercados emergentes — ganharam espaço.

O Brasil se beneficiou desse fluxo, em um momento em que o cenário doméstico também começou a melhorar. O Copom sinalizou o início do ciclo de flexibilização monetária, reforçando uma visão mais construtiva para os ativos locais.

Na Armor Capital, conseguimos capturar esse movimento através de posições alinhadas a essa mudança de fluxo e de percepção de risco — mantendo disciplina, leitura macro e seletividade.

Cenário Internacional 
O primeiro mês do ano foi marcado pelo acirramento das tensões geopolíticas, gerando mais um processo de desmonte global de posições no dólar, tendo um possível fluxo de repatriação de caixa como principal vetor de desvalorização da moeda norte-americana.
Desde o início do mês, as ações geopolíticas do governo norte-americano trouxeram intensa volatilidade aos preços dos ativos. A primeira delas foi a captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pelo Exército norte-americano. O presidente venezuelano foi levado aos EUA, onde permanece preso, e quem assume seu lugar, de forma interina, é a vice-presidente, Delcy Rodríguez. Além disso, outro tema em foco foi o endurecimento do tom do presidente norte-americano com o Irã, após o aumento das tensões internas no país, motivadas por protestos da população local. Com isso, os EUA iniciaram tentativas de pressão militar e diplomática para negociar o fim do programa nuclear e o desarmamento de mísseis.
Essas movimentações aumentaram a incerteza no curto prazo e reverberaram em um fluxo de saída do dólar global, além de maior demanda por ativos de segurança, principalmente commodities metálicas, como ouro e prata. 
Quanto aos dados econômicos, janeiro mostrou sinais de resiliência da atividade norte-americana, bem como moderação do mercado de trabalho, que anteriormente indicava enfraquecimento. 
Outro ponto relevante no mês foi a volatilidade dos ativos japoneses à medida que as eleições da câmara se aproximam. Sanae Takaichi, a atual primeira-ministra, tem adotado um discurso de forte expansão fiscal, o que tem preocupado os agentes de mercado. O principal ativo afetado foi o iene japonês, que enfraqueceu 1,23% frente ao dólar no mês, mesmo em um contexto de dólar globalmente fraco. Essa movimentação foi extremamente criticada pelas autoridades japonesas, o que intensificou a volatilidade na moeda. Nesse cenário, o Banco Central japonês se mostra cauteloso e mantém a porta aberta para possíveis ajustes na taxa de juros.

#ArmorCapital #Mercadofinanceiro
Janeiro foi um mês ditado pelo cenário global #armorcapital #mercadofinanceiro
Cenário Internacional 
O primeiro mês do ano foi marcado pelo acirramento das tensões geopolíticas, gerando mais um processo de desmonte global de posições no dólar, tendo um possível fluxo de repatriação de caixa como principal vetor de desvalorização da moeda norte-americana.
Desde o início do mês, as ações geopolíticas do governo norte-americano trouxeram intensa volatilidade aos preços dos ativos. A primeira delas foi a captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pelo Exército norte-americano. O presidente venezuelano foi levado aos EUA, onde permanece preso, e quem assume seu lugar, de forma interina, é a vice-presidente, Delcy Rodríguez. Além disso, outro tema em foco foi o endurecimento do tom do presidente norte-americano com o Irã, após o aumento das tensões internas no país, motivadas por protestos da população local. Com isso, os EUA iniciaram tentativas de pressão militar e diplomática para negociar o fim do programa nuclear e o desarmamento de mísseis.
Essas movimentações aumentaram a incerteza no curto prazo e reverberaram em um fluxo de saída do dólar global, além de maior demanda por ativos de segurança, principalmente commodities metálicas, como ouro e prata. 
Quanto aos dados econômicos, janeiro mostrou sinais de resiliência da atividade norte-americana, bem como moderação do mercado de trabalho, que anteriormente indicava enfraquecimento. 
Outro ponto relevante no mês foi a volatilidade dos ativos japoneses à medida que as eleições da câmara se aproximam. Sanae Takaichi, a atual primeira-ministra, tem adotado um discurso de forte expansão fiscal, o que tem preocupado os agentes de mercado. O principal ativo afetado foi o iene japonês, que enfraqueceu 1,23% frente ao dólar no mês, mesmo em um contexto de dólar globalmente fraco. Essa movimentação foi extremamente criticada pelas autoridades japonesas, o que intensificou a volatilidade na moeda. Nesse cenário, o Banco Central japonês se mostra cauteloso e mantém a porta aberta para possíveis ajustes na taxa de juros.

Cenário Doméstico
Dado o ambiente de realocação global de recursos, o Brasil, assim como outros emergentes, foi favorecido por um fluxo positivo em janeiro. O real registrou valorização de 4% no mês e a bolsa brasileira subiu 12,5% no mesmo período, refletindo a maior demanda por ativos emergentes.
O cenário local continua marcado pela condução da política monetária, principalmente após a decisão de janeiro, que sinalizou o início do ciclo de cortes na próxima reunião. O Copom optou por manter a Selic em 15% em janeiro, mas pontuou que, caso o cenário esperado se concretize, realizará um corte já na reunião de março. No entanto, o comitê indicou gradualidade no processo, afirmando que atuará com “serenidade”, além de ressaltar a necessidade de manter os juros em patamares restritivos.
E A taxa de desemprego finalizou o ano em 5,1%, o menor nível da série histórica iniciada em 2012. Já o CAGED, que mede o emprego formal no país, apontou criação líquida de 1,3 milhão de vagas, embora com desaceleração nos últimos meses do ano. As projeções de crescimento concentram-se em torno de 2,3% em 2025 e 1,8% em 2026.
Diante dessa dicotomia entre surpresas benignas de inflação e atividade resiliente, o tom cauteloso adotado pelos membros do Banco Central mostra-se justificado. 
Vale citar também o acompanhamento das eleições deste ano, que tem sido feito com crescente atenção. 

Comentário dos Gestores
No cenário externo, dado o aumento das tensões geopolíticas e a postura ofensiva do presidente americano em relação a Groenlândia e ao Irã, o destaque do mês de janeiro foi a desvalorização do dólar frente as outras moedas, com um fluxo relevante de capital em busca de ativos de risco fora do território americano. Esse movimento foi observado principalmente nas moedas emergentes, que se valorizaram em torno de 4% no mês, com um fluxo relevante para ativos de risco desses países. Os índices de ações de mercados emergentes se valorizaram mais de 8% em dólar no mês.
O Brasil não ficou fora desse movimento, tivemos um dos melhores meses de janeiro para o fluxo cambial contratado, o que refletiu nos preços dos ativos. A bolsa brasileira em dólar se valorizou em torno de 16%, voltando para o melhor patamar dos últimos 15 anos. Com a continuidade desse movimento, que se iniciou ainda em dezembro, mantivemos nossas posições compradas em real contra o dólar e em bolsa local ao longo do mês, o que contribuiu significativamente para a nossa performance. Ao final do mês optamos por uma redução dessas alocações dada a magnitude do movimento, e montamos uma posição comprada em peso mexicano contra o euro, visando capturar parte desse fluxo sem uma exposição direta a variação do próprio dólar. 
A performance positiva das commodities metálicas foi um grande destaque do mês, capturamos parte desse movimento com operações táticas compradas em prata.
Minuto do gestor - JANEIRO 2026 | Cenário econômico, posicionamento e resultados
Em 2025, o Brasil apresentou avanços relevantes no controle da inflação. A apreciação cambial, combinada com a desaceleração dos preços de alimentos e bens industriais, contribuiu para um processo de reancoragem parcial das expectativas de inflação. Esse movimento, aliado à melhora observada nos núcleos de inflação, tornou-se um fator essencial para que o Banco Central consiga iniciar, a partir de março, um ciclo de flexibilização monetária, mesmo em um contexto de mercado de trabalho aquecido e taxas de desemprego em mínimas históricas.
Brasil em 2025 - Avanços na Inflação no Brasil #armorcapital #mercadofinanceiro
Em 2025, entregamos uma performance de 105% do CDI, com destaque para o mês de dezembro, quando o fundo avançou 1,09%. O resultado foi impulsionado principalmente pelas posições aplicadas em renda fixa local, pelas posições compradas em bolsa brasileira e pela exposição comprada em dólar contra o real. Para a virada do ano, ajustamos o portfólio e estruturamos uma posição comprada na moeda brasileira, sustentada pela expectativa de fluxo positivo no início do ano, favorecido pela sazonalidade e pelo impacto da safra sobre o balanço de pagamentos.
Performance Financeira em 2025 e Estratégias #mercadofinanceiroamericano #armorcapital
Subscribe
Reportagens

09/08/2024 | Infomoney: Inflação de julho trouxe surpresas ruins e deve manter pressão sobre o BC

07/08/2024 | Valor investe: Fundo imobiliário de energia renovável estreia hoje na B3

07/08/2024 | Valor Finanças: Alivio global e ata apoiam ativo local

22/07/2024 | Valor Investe: Veja os raros fundos multimercados que escapam da crise da classe neste ano

05/07/24 | Estadão: Ruídos internos fazem
risco país subir mais do que de outros
emergentes

03/07/24 | Investing.com: Dólar: O governo precisa ‘enxergar seus erros’ no fiscal, avalia este especialista

02/07/24 | Valor Investe: Dólar se afasta das máximas após bater R$ 5,70 e encerra sessão em alta moderada

28/06/24 | Exame: “Alta não é exagerada e dólar pode ir a R$ 6 se o governo não mudar o discurso”, diz Alfredo Menezes

11/06/2024 | Valor Investe: Dolar tem nova alta, já avança 2,05% em junho e vai a R$ 5,35

06/06/2024 | Broadcast: Mercado vê pouco espaço para alívio do câmbio com pressão de FED, emergentes e fiscal.

04/06/2024 | Folha de SP: PIB cresce 0,8% no primeiro trimestre de 2024

15/05/2024 | InfoMoney: Inflação suave e varejo estável nos EUA elevam chance de Fed cortar juros no ano

09/05/2024 | Bloomberg: Copom: economistas veem comunicado ‘hawkish’ e incerteza sobre próximos passos

08/05/2024 | Valor Investe: Em decisão dividida, Copom corta Selic em 0,25 ponto, a 10,50% ao ano

02/05/2024 | Valor Econômico: Veja o impacto que a alta do dólar pode causar na inflação

26/04/2024 | E|Investidor Estadão: Dólar hoje: moeda fecha em baixa impactado pela inflação dos EUA

22/04/2024 | Folha de S.Paulo: Mercado prevê BC mais conservador, com menor ritmo de corte de juros e pausa no radar

22/04/2024 | Valor Finanças: Mercado agora vê Selic a 9,75% no fim de 2024 com piora no cenário

15/04/2024 | E|Investidor Estadão: Só 15 fundos multimercados batem o CDI no ano. E eles têm uma aposta em comum

02/04/2024 | Valor Finanças: Real segue pressionado mesmo com intervenção do Banco Central

01/04/2024 | Estadão: Valorização do Real vai depender de decisões do Banco Central sobre a taxa de Juros

21/03/2024 | broadcast: FECHAMENTO CÂMBIO: EM PREGÃO INSTÁVEL, DÓLAR FECHA EM LEVE ALTA À ESPERA DO FED

21/03/2024: Folha de S. Paulo: BC reduz juros a 10,75% ao ano e só sinaliza mais um corte de 0,5 ponto

12/03/2024 | Valor Finanças: Caixa de exportadoras fora do Brasil é menor que ‘boca de jacaré’

08/03/2024 | Valor Finanças: Fundos captam R$85 bi no ano e renda fixa lidera

29/02/2024 | Valor Finanças: Ibovespa recua em dia de venda de ações da Petrobras

23/02/2024|INFOMONEY: Fluxo comercial tende a pesar mais que diferencial de juros para a taxa de câmbio

01/02/2024 | O GLOBO: Maior recado do banco central foi a falta de novos recados avaliam os economistas 

01/02/2024 | CNN: Com comunicado morno, decisão do BC não surpreende e mostra Copom “tranquilo”, dizem especialistas

29/01/2024 | Valor Econômico: Vitoria de Trump nos EUA entra no radar do mercado, que teme volatilidade e fiscal pior 

25/01/2024 | Bom dia mercado: Alfredo Menezes comenta sobre câmbio 2024

18/01/2024 | Infomoney: Desinflação mantém velocidades diferentes, mas quadro geral é benigno, dizem economistas

18/01/2024| Valor Invest: Veja os poucos fundos multimercados que bateram o CDI e as apostas deles para 2024

09/01/2024 | Valor Econômico: Câmbio tem primeiro ano sem intervenções do BC desde 1999

23/12/2023| Exame: Trump x Biden? Eleição nos EUA será destaque em ano que terá quase 80 eleições pelo mundo

11/12/2023 | Folha de São Paulo: Aumento do ritmo de corte da Selic volta ao radar do mercado

01/11/2023| Bloomberg: Copom corta Selic, amplia cautela com exterior e deixa debate fiscal para ata

Participações em Podcasts e entrevistas

12/07/2024 | Broadcast TV: Cabeça de Gestor com Alfredo Menezes, Armor Capital

15/05/2024 | Nord Research: Ainda dá para ser otimista com o Brasil hoje? | Skin in the Game #57 – Alfredo Menezes

26/04/2024 | Exame: Entrevista com Alfredo Menezes, da Armor Capital | Vozes do Mercado

21/03/2024 | Neofeed: A “mão de ferro” da Armor Capital com a bolsa dos Estados Unidos

24/01/2024 | Bom dia Mercado by PicPay: Alfredo Menezes, CEO da Armor Capital, analisa o mercado de câmbio em 2024

14/12/2023 |  Trader Talks #26: Alfredo Menezes*

09/11/2023 |  Random Walk – Ep 10 – Alfredo Menezes *

21/09/2023 | StockPickers : Em meio as incertezas, vamos ao básico: o que os “veteranos” do mercado pensam sobre o cenário*

01/08/2023 | Os Economistas 73 – ALFREDO MENEZES QUESTIONA ESTRATÉGIA DE BUY AND HOLD

16/06/2023 | Random Walk podcast #1: Rodrigo Campos*

18/01/2023 | AFTERMARKET com Rodrigo Campos*

05/01/2023 | Tchado é Tchado: A fórmula para sobreviver ao mercado por Alfredo Menezes *

23/08/2022 |  Market Makers #08 – 70 anos de mercado com os dois oráculos da fintwit
 

14/07/2022 | Stock Pickers #154: Pessimismo com Real, Selic 14% e dólar 5,80: previsões de Alfredo Menezes* e Sérgio Machado

03/06/2021 | PrimoCast #124: O ERRO DE 500 MILHÕES DE DÓLARES 

 

*As opiniões expressas nessa live, são tão e somente, as opiniões dos participantes, e não expressam, direta ou indiretamente, as opiniões do seu empregador ou de outra(s) pessoa(s) ou grupo(s)). 

Receba nossas Materiais Informativos

Inscreva-se agora para receber nossos materiais informativos diretamente em seu e-mail e esteja sempre atualizado(a) com o que há de mais relevante no nosso mundo de investimentos.

Slide Materiais
Informativos
Confira nossas lâminas de produtos

Slide Armor Axe Download Armor Sword Download Armor Prev Download Baixe a Carta do Gestor do Mês Download Carta do Gestor
Fevereiro/2026

Slide Onde
Investir
Veja abaixo onde começar a investir

Slide A Armor Gestora de Recursos LTDA. (“Armor Capital”) é uma sociedade devidamente autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários para o exercício da atividade de administração de carteiras de valores mobiliários, na categoria “gestora de recursos”. A Armor Capital não comercializa nem distribui cotas de fundos de investimento ou qualquer outro ativo financeiro. A distribuição dos fundos de investimento é realizada através de parceiros autorizados, integrantes do sistema de distribuição de valores mobiliários. A Armor Capital não se responsabiliza por erros, omissões ou imprecisões no conteúdo das informações divulgadas, nem por decisões de investimento tomadas com base neste site. As informações contidas neste site são de caráter exclusivamente informativo e não constituem nenhum tipo de aconselhamento de investimentos, notadamente análise e consultoria de valores mobiliários. Nos termos da autorregulamentação da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais - ANBIMA, para a avaliação do desempenho do fundo de investimento, é recomendável uma análise de, no mínimo, 12 (doze meses). Os recursos aplicados em fundos de investimento não contam com garantia do administrador, do gestor, do custodiante, de qualquer mecanismo de seguro ou, ainda, do Fundo Garantidor de Créditos – FGC. A rentabilidade obtida no passado não representa garantia de resultados futuros. A rentabilidade apresentada dos fundos de investimento não é líquida de impostos. Leia o regulamento antes de investir. Os fundos de investimento sob gestão da Armor Capital, através de suas estratégias de investimento, podem estar sujeitos a diversos riscos inerentes ao negócio, como concentração de ativos de um mesmo emissor e alta exposição a derivativos, investimentos fora do país, e a eventos que acarretem o não pagamento dos ativos integrantes de sua carteira, inclusive por força de intervenção, liquidação, regime de administração temporária, falência, recuperação judicial ou extrajudicial dos emissores responsáveis pelos ativos do fundo. Essas estratégias podem resultar em significativas perdas patrimoniais, podendo, inclusive, acarretar perdas superiores ao capital aplicado e consequente obrigação do cotista de aportar recursos adicionais para cobrir o prejuízo dos fundos, observada a regulamentação aplicável. Aos investidores é recomendada, antes do investimento, a análise detalhada dos documentos regulatórios dos fundos de investimento, notadamente a seção relativa aos fatores de risco. As informações contidas neste site têm objetivo exclusivamente informativo e não constituem recomendação de investimento nem tampouco oferta de fundos de investimento ou quaisquer valores mobiliários pela Armor Capital. A Armor Capital não realiza distribuição de cotas de fundos de investimento e esta página contém link com direcionamento para página de terceiros distribuidores devidamente contratados pelos fundos de investimento sob gestão. A Armor Capital ressalta que os visitantes não são obrigados a divulgar seus dados pessoais como condição de utilização deste site. Não obstante, caso os destinatários solicitem informações através do contato@armorcapital.com.br ou forneçam à Armor Capital seus dados pessoais, eles aceitam que estes serão utilizados com o propósito de atender ao pedido ou requisição submetida pelo destinatário e viabilizar outras informações sobre a Armor Capital que possam ser do interesse do destinatário, bem como reconhecem que estão cedendo seus dados (i.e., nome e e-mail) para estes fins. Não obstante, em nenhum caso, será gerado perfis individualizados a partir dos dados coletados, de forma que o anonimato de cada destinatário será garantido. Por fim, os destinatários têm o direito de consultar os seus Dados Pessoais, corrigi-los, se necessário, e retirar o seu Consentimento para a utilização destes, sendo que o processamento de dados pessoais deve ser limitado ao volume necessário e em conformidade com os objetivos definidos na LGPD. Institucional Quem Somos Armor Capital Fundos Armor Axe Nossas Políticas Onde Investir Receba nossos
materiais informativos
Blog Materiais Informativos Compliance +55 11 4550 5701
www.armorcapital.com.br
contato@armorcapital.com.br
email Rua Dona Elisa Pereira de Barros, 138
Jardim Europa – 01456-000
São Paulo – SP – Brasil
location_on Acesse nossas Redes Sociais Anbima Histórico de Lâminas Armor Sword Armor Previdência Nossa Equipe Conselho Contato Histórico de Cartas