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IPCA-15 registra primeira deflação em dois anos IPCA-15 registra primeira deflação em dois anos — O Globo, 26 de agosto de 2025

Em entrevista ao Valor, nosso economista Gustavo Rostelato analisou a queda de 0,14% no IPCA-15 de agosto, resultado puxado pela energia elétrica e alimentos.

 “O tarifaço pode ter um impacto de desinflação, principalmente porque os empresários podem repassar o preço aqui para o mercado interno de maneira mais baixa, já que não vão conseguir vender lá fora.”

Rostelato avalia que a inflação deve encerrar 2025 em 4,8%, reforçando o cenário de desinflação ao longo do ano. Com isso, o primeiro corte da Selic pode acontecer já na reunião do Copom de janeiro de 2026, embora parte do mercado projete início ainda em dezembro de 2025.

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Armor Indica — 3 motivos para assistir Margin Ca Armor Indica — 3 motivos para assistir Margin Call (O Dia Antes do Fim – 2011)

Um thriller financeiro sobre as 24 horas que antecederam o colapso de 2008 dentro de um banco de investimento. O filme mostra bem as pressões, dilemas éticos e tomadas de decisão sob estresse — pontos que ajudam a refletir sobre riscos de mercado e responsabilidade na recomendação de produtos.

1️⃣ Acompanhe as 24 horas cruciais que antecederam a crise financeira de 2008;
2️⃣ Entenda os dilemas éticos por trás das grandes decisões de Wall Street;
3️⃣ Descubra como riscos mal calculados podem desencadear colapsos globais.

Conhecer a história é essencial para tomar melhores decisões no presente. Margin Call não é apenas um filme, mas uma aula sobre responsabilidade, risco e como a ganância pode mudar o rumo do mercado financeiro em poucas horas.

Uma obra imperdível para todos que desejam compreender os bastidores do sistema financeiro.

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Trecho da palestra "Trader Pessoa Física vs Insti Trecho da palestra "Trader Pessoa Física vs Institucional" na XP Expert 2025 com Alfredo Menezes, @stormer.oficial e @robertoindech 

“Pô, eu acerto 70% e perco dinheiro. Eu vou te falar: você não ganha, não acerta 70%. O que acontece é que, no prejuízo, você segura muito, e o lucro você realiza rápido. Então, a frequência acaba parecendo maior do que a realidade.” 

Enquanto o trader pessoa física enfrenta sozinho as decisões, o institucional conta com uma estrutura robusta de gestão de risco e limites bem definidos para proteger resultados. O segredo não está apenas na frequência de acertos, mas na relação entre a média de lucro e a média de prejuízo — já que muitos erram ao realizar rapidamente os ganhos e segurar excessivamente as perdas. Disciplina e gestão de risco, portanto, são tão relevantes quanto a estratégia adotada. 
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Serviços crescem acima do esperado em junho, mas Serviços crescem acima do esperado em junho, mas perdem fôlego — Valor Econômico, 14 de agosto de 2025

Em entrevista ao Valor Econômico, nosso economista Gustavo Rostelato analisou o resultado da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) de junho, que veio levemente acima das expectativas do mercado.

“Apesar de o número ter vindo acima do esperado, quando olhamos a composição, o que veio mais forte foi a categoria de transportes. As outras categorias ficaram todas com variações negativas, apontando ainda para um processo de desaceleração.”

Rostelato destacou que o desempenho concentrado em um único segmento sinaliza um PIB mais fraco no segundo trimestre e reforça a expectativa de crescimento próximo de zero na segunda metade do ano, diante dos efeitos da política monetária e de um crédito mais restritivo.

#MercadoFinanceiro #armorcapital
“Resultado do IPCA de julho é benigno ao Brasil “Resultado do IPCA de julho é benigno ao Brasil, mas ainda impõe cautela ao mercado, opinam economistas” — Valor Econômico, 12 de agosto de 2025

Em entrevista ao Valor Econômico, nosso economista Gustavo Rostelato destacou que, apesar do resultado abaixo das expectativas, o cenário ainda pede prudência.

“O mercado deve manter posicionamento de cautela a fim de verificar se os itens de deflação destacados em julho continuarão assim no segundo semestre.”

A inflação atingiu 0,26% no mês, ligeiramente acima de junho (0,24%), mas abaixo da mediana das projeções (0,35%) apurada junto a 32 instituições. No acumulado de 12 meses, o índice recuou de 5,35% para 5,23%, ainda distante da meta anual de 3%.

#MercadoFinanceiro #ArmorCapital
“IPCA mensal suave, mas acima da meta em 12 mese “IPCA mensal suave, mas acima da meta em 12 meses: economistas reforçam cautela” — InfoMoney, 12 de agosto de 2025

Em entrevista ao InfoMoney, nosso economista *Gustavo Rostelato* analisou o resultado do IPCA de julho, que veio abaixo das projeções do mercado.

> “A média dos núcleos ficou em 0,26%, abaixo das projeções. Em linhas gerais, o resultado traz algum alívio para o Copom, mas ainda evidencia pressões nas categorias inerciais.”

O indicador recuou de 5,35% para 5,23% no acumulado em 12 meses, mas segue acima da meta de 3%, reforçando a necessidade de cautela na condução da política monetária.

#MercadoFinanceiro #armorcapital
Julho foi um mês de fortes emoções nos mercados Julho foi um mês de fortes emoções nos mercados, marcado por volatilidade e incertezas. Lá fora, dois temas principais dominaram o cenário: o anúncio de tarifas mais duras por parte do presidente Trump, que inicialmente trouxe tensão, mas acabou sendo suavizado conforme os acordos começaram a ser costurados — o destaque foi o acordo com o Japão, surpreendendo o mercado ao sair antes do esperado e servindo como modelo para outras negociações, como a com a Europa. Além disso, o FOMC manteve os juros inalterados, mesmo com dois votos pela redução, e Powell adotou um discurso mais hawkish, reforçando o compromisso com o controle inflacionário. Apesar disso, a combinação entre avanço nas negociações comerciais e mais uma temporada de resultados corporativos positivos impulsionou a bolsa americana, com destaque para os setores de tecnologia e bancário.

#armorcapital #mercadofinanceiro
Já estão disponíveis as lâminas e a carta do g Já estão disponíveis as lâminas e a carta do gestor desse mês.

No Brasil, o mês de julho foi marcado por uma piora relevante nos ativos de risco, diante da reprecificação do cenário político-comercial entre Brasil e Estados Unidos. A sinalização inicial de tarifas de até 50% sobre produtos brasileiros gerou forte estresse nos mercados locais, ainda que, ao longo do mês, isenções parciais tenham amenizado parte das preocupações.

No exterior, os mercados seguiram lidando com o dilema entre inflação e crescimento. A valorização do dólar foi um dos destaques do mês, com o DXY subindo 3,25% o que impactou negativamente diversas moedas emergentes. As commodities, por outro lado, tiveram desempenho positivo, com petróleo e minério de ferro subindo cerca de 6%, refletindo a resiliência da demanda global.
🗓️ Confira as principais datas de agosto de 2 🗓️ Confira as principais datas de agosto de 2025 no calendário econômico da Armor Capital.

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Trecho da palestra "Trader Pessoa Física vs Institucional" na XP Expert 2025 com Alfredo Menezes, Alexandre Stormer e Roberto Indech

“Pô, eu acerto 70% e perco dinheiro. Eu vou te falar: você não ganha, não acerta 70%. O que acontece é que, no prejuízo, você segura muito, e o lucro você realiza rápido. Então, a frequência acaba parecendo maior do que a realidade.” 

Enquanto o trader pessoa física enfrenta sozinho as decisões, o institucional conta com uma estrutura robusta de gestão de risco e limites bem definidos para proteger resultados. O segredo não está apenas na frequência de acertos, mas na relação entre a média de lucro e a média de prejuízo — já que muitos erram ao realizar rapidamente os ganhos e segurar excessivamente as perdas. Disciplina e gestão de risco, portanto, são tão relevantes quanto a estratégia adotada.
TRADER PESSOA FÍSICA VS INSTITUCIONAL - Trecho palestra EXPERT XP 15 (2025)
Julho foi um mês de fortes emoções nos mercados, marcado por volatilidade e incertezas. Lá fora, dois temas principais dominaram o cenário: o anúncio de tarifas mais duras por parte T*, que inicialmente trouxe tensão, mas acabou sendo suavizado conforme os acordos começaram a ser costurados — o destaque foi o acordo com o Japão, surpreendendo o mercado ao sair antes do esperado e servindo como modelo para outras negociações, como a com a Europa. Além disso, o FOMC manteve os juros inalterados, mesmo com dois votos pela redução, e Powell adotou um discurso mais hawkish, reforçando o compromisso com o controle inflacionário. Apesar disso, a combinação entre avanço nas negociações comerciais e mais uma temporada de resultados corporativos positivos impulsionou a bolsa americana, com destaque para os setores de tecnologia e bancário. #armorcapital #mercadofinanceiro #mercadointernacional
Mercado Internacional - Trecho do Minuto do Gestor | julho de 2025 #armorcapital
No minuto do gestor, Paula Moreno, nossa co-CIO  junto a nosso economista, Gustavo Rostelato, comentam brevemente sobre o mercado no mês de julho e seu impacto nos resultados. 

Confira a carta do gestor completa em: www.armorcapital.com.br

No exterior, os mercados seguiram lidando com o dilema entre inflação e crescimento. A valorização do dólar foi um dos destaques do mês, com o DXY subindo 3,25% o que impactou negativamente diversas moedas emergentes. As commodities, por outro lado, tiveram desempenho positivo, com petróleo e minério de ferro subindo cerca de 6%, refletindo a resiliência da demanda global. Apesar disso, os dados mistos de atividade combinados com sinais altistas na inflação, sobretudo nos bens industriais, contribuíram para uma abertura da curva de juros americana em cerca de 15 bps. Frente a esse ambiente, mantivemos a exposição comprada em bolsa americana, mas em um tamanho menor, dado o aumento das incertezas. Por outro lado, aumentamos nossas posições aplicadas em juros nominais curtos nos EUA, onde vemos maior assimetria em caso de desaceleração econômica gradual sem um choque relevante na inflação americana.
No Brasil, o mês de julho foi marcado por uma piora relevante nos ativos de risco, diante da reprecificação do cenário político-comercial entre Brasil e Estados Unidos. A sinalização inicial de tarifas de até 50% sobre produtos brasileiros gerou forte estresse nos mercados locais, ainda que, ao longo do mês, isenções parciais tenham amenizado parte das preocupações. Mesmo com a exclusão de algumas commodities relevantes da lista tarifária, o viés para o mercado doméstico permaneceu negativo, com o Real se depreciando 3% e os juros longos abrindo mais de 40 bps. Os sinais incipientes de desaceleração econômica aliado a uma piora nos níveis de inadimplência do sistema financeiro nos levaram a montar posições aplicadas em juros nominais curtos ao longo do mês.
A performance do fundo no mês foi sustentada pelas posições compradas em bolsa americana, mas penalizada pela abertura da curva de juros americana. Continuamos com uma alocação relevante em NTN-Bs intermediárias e crédito bancário doméstico. Dado o cenário atual, seguimos operando com posições reduzidas e gestão tática, priorizando operações de curto prazo frente à volatilidade política e geopolítica que marca esse segundo semestre.
Minuto do gestor - JULHO 2025 Cenário econômico, posicionamento e resultados
Trecho da entrevista da nossa co-CIO Paula Moreno para Valor econômico na XP Expert 25 

"Tarifas do Tr-mp podem mexer com os ativos brasileiros?
Desde o anúncio das tarifas em 09/07, os preços já mostram mudanças.
Commodities têm saída rápida para outros mercados, mas produtos como aviões, café e laranja dependem mais dos E  U A e podem sentir o impacto por mais tempo.

A expectativa é de que até agosto não haja acordo — e o risco maior são possíveis sanções adicionais.

#mercadofinanceiro #armorcapital
Tarifaço podem mexer com os ativos brasileiros? #shorts #armorcapital
Comentando o cenário de juros no Brasil

Enquanto o FED deve cortar juros ainda este ano, o Copom surpreendeu e subiu a Selic em 25bps — e agora sinaliza manter juros elevados por um bom tempo.
 "O BC está certo em esperar dados antes de cortar. Ainda estamos longe da meta de inflação."
Com isso, o Brasil se destaca como um dos maiores carries do mundo. Hoje, entregamos quase o dobro do que o México oferecia no fim do ano passado.
Isso favorece a valorização do real — mas fica a dúvida: até quando a atividade aguenta juros a 15%?

#Selic #CenárioEconômico #Fed #Copom #JurosAltos #CarryTrade #EconomiaBrasileira
Cenário de juros no Brasil - trecho minuto do gestor jun25
No minuto do gestor, Alfredo Menezes, nosso CEO e CIO  junto a nosso economista, Gustavo Rostelato, comentam brevemente sobre o mercado no mês de fevereiro e seu impacto nos resultados. 

Confira a carta do gestor completa em: www.armorcapital.com.br

A combinação dos eventos geopolíticos, negociações de acordos comerciais com o governo americano, com comentários mais amenos dos diretores do FED, apesar de gerarem volatilidade pontual, reforçaram o apetite por risco nos mercados globais em junho.
Nos Estados Unidos, o Federal Reserve optou por manter as taxas de juros inalteradas, reforçando sua postura cautelosa diante de uma economia que ainda apresenta sinais mistos. O destaque da decisão, no entanto, foi a manutenção dos dots, que seguem indicando dois cortes de juros ainda em
2025. Essa sinalização, somada à ausência de revisões hawkish, sustentou o ambiente de risk-on observado ao longo do mês.
No campo geopolítico, a guerra de doze dias entre Irã e Israel adicionou ruído aos mercados no início do mês. A escalada teve como ponto culminante um ataque dos EUA a instalações nucleares iranianas,
seguido por uma resposta anunciada e controlada por parte do Irã, com tom de desescalada. O encerramento do conflito, sem deterioração adicional, contribuiu para uma recuperação dos ativos de risco. Em meio a esse pano de fundo, os principais índices norte-americanos renovaram máximas: o
S&P 500 avançou 4,96%, enquanto as taxas das treasuries de 2 e 10 anos fecharam o mês com queda de cerca de 16bps, refletindo a reprecificação de cortes prospectivos.
No Brasil, o Copom surpreendeu a mediana do mercado ao elevar a Selic em 25 bps, indicando em sua comunicação uma pausa no ciclo de alta. A decisão foi embasada em dados recentes de inflação mais benignos e na apreciação relevante do câmbio, com isso, as taxas de juros longas fecharam mais de 50bps ao longo de junho. Com a manutenção de taxas elevadas e maior previsibilidade da trajetória monetária, o ambiente continuou favorecendo estratégias de carry trade, com destaque para a forte
valorização do real, de 5,2% no mês.
A performance do fundo no mês foi impulsionada principalmente pelas posições compradas em bolsa americana. Adicionalmente, nossas posições aplicadas em juros americanos de médio prazo, entre 5 e 10 anos, também contribuíram positivamente. Em contrapartida, as alocações compradas em real contra o peso mexicano e vendidas em euro contra o dólar apresentaram desempenho ligeiramente negativo. 
Ao longo do mês, ampliamos nossas posições aplicadas em juros nominais nos EUA, diante da nossa expectativa de desaceleração gradual da economia americana nos próximos trimestres. Dado o fortalecimento do ambiente de risk-on global, permanecemos com alocações relevantes em bolsa americana, ao passo que seguimos com exposição levemente vendida em bolsa local como forma de proteção, visto que o mercado acionário brasileiro foi muito beneficiado pelo fluxo estrangeiro positivo ao longo do primeiro semestre. Por fim, continuamos com exposição relevante em NTN-Bs intermediárias e em crédito bancário de alta qualidade.
Minuto do gestor - JUNHO 2025 Cenário econômico, posicionamento e resultados
Brasil e o Fluxo de Rotação de Ativos: Análise de maio 2025 com contexto cambial — Gustavo Rostelato, nosso Economista, e Paula Moreno, co-CIO, discutem o panorama do mercado em maio e o início de junho. Eles destacam o impacto do contingenciamento no Brasil, a rotação de ativos e como a valorização do dólar nos últimos anos e o excepcionalismo americano afetaram o movimento de repatriação e a performance dos ativos brasileiros. Paula explica que a valorização recente da bolsa brasileira e dos ativos globais foi impulsionada por múltiplos atrativos de valuation e pela percepção de desaceleração da economia americana. No entanto, agora o mercado precisa de um novo gatilho para impulsionar outra pernada de alta: seja um rerating da bolsa brasileira, seja um sinal mais claro de desaceleração dos EUA, o que poderia reduzir o risco americano e fortalecer a rotação de ativos. Assista à análise completa para entender como esses fatores moldam o mercado e o que esperar nos próximos meses.

Confira também nossa Carta do Gestor em:  www.armorcapital.com.br

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Brasil e o Fluxo de Rotação de Ativos: Análise de maio 2025 com contexto cambial #shorts
Trecho do Minuto do Gestor - maio de 2025 - com Paula Moreno e Gustavo Rostelato.

O mês de maio contrapôs o mercado dos meses anteriores, que tinha como narrativa fixa as incertezas em torno de Tr'mp. Agora, tivemos sinais positivos de negociações comerciais entre E-U4 e China e também com a União Europeia. Porém, o ambiente foi marcado por preocupações fiscais e pelo downgrade da dívida am'ric@na pela Mo0dy’s. O mercado foi pego de surpresa pela antecipação das conversas, com nova trégua marcada para agosto.

#minutodogestor #armorcapital #mercadofinancerio
O mês de maio contrapôs o mercado dos meses anteriores - Trecho do Minuto do Gestor | maio de 2025
Brasil e o Fluxo de Rotação de Ativos: Análise de maio 2025 com contexto cambial — Gustavo Rostelato, nosso Economista, e Paula Moreno, co-CIO, discutem o panorama do mercado em maio e o início de junho. Eles destacam o impacto do contingenciamento no Brasil, a rotação de ativos e como a valorização do dólar nos últimos anos e o excepcionalismo americano afetaram o movimento de repatriação e a performance dos ativos brasileiros. Paula explica que a valorização recente da bolsa brasileira e dos ativos globais foi impulsionada por múltiplos atrativos de valuation e pela percepção de desaceleração da economia americana. No entanto, agora o mercado precisa de um novo gatilho para impulsionar outra pernada de alta: seja um rerating da bolsa brasileira, seja um sinal mais claro de desaceleração dos EUA, o que poderia reduzir o risco americano e fortalecer a rotação de ativos. Assista à análise completa para entender como esses fatores moldam o mercado e o que esperar nos próximos meses.

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Brasil e o Fluxo de Rotação de Ativos: Análise de maio com contexto cambial
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24/01/2024 | Bom dia Mercado by PicPay: Alfredo Menezes, CEO da Armor Capital, analisa o mercado de câmbio em 2024

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21/09/2023 | StockPickers : Em meio as incertezas, vamos ao básico: o que os “veteranos” do mercado pensam sobre o cenário*

01/08/2023 | Os Economistas 73 – ALFREDO MENEZES QUESTIONA ESTRATÉGIA DE BUY AND HOLD

16/06/2023 | Random Walk podcast #1: Rodrigo Campos*

18/01/2023 | AFTERMARKET com Rodrigo Campos*

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14/07/2022 | Stock Pickers #154: Pessimismo com Real, Selic 14% e dólar 5,80: previsões de Alfredo Menezes* e Sérgio Machado

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*As opiniões expressas nessa live, são tão e somente, as opiniões dos participantes, e não expressam, direta ou indiretamente, as opiniões do seu empregador ou de outra(s) pessoa(s) ou grupo(s)). 

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