ARMOR CAPITAL na Mídia

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DADOS DE INFLAÇÃO NO BRASIL E NOS EUA ABREM ESPAÇO DADOS DE INFLAÇÃO NO BRASIL E NOS EUA ABREM ESPAÇO PARA 
IBOVESPA SUBIR E DÓLAR RECUAR | Broadcast, 25 de junho de 2026

A divulgação de uma leitura abaixo da esperada para o IPCA-15 de junho, no Brasil, e de um resultado em linha com o esperado do índice PCE em maio, nos Estados Unidos, abriram espaço para a valorização de ativos brasileiros no decorrer da tarde, com o dólar caindo na comparação com o real e a Bolsa ganhando fôlego, ainda que os juros futuros tenham reduzido o ritmo de queda tanto aqui quanto no exterior.
Após três sessões seguidas com taxas em baixa, o mercado ainda encontrou fôlego para seguir devolvendo prêmios pela manhã, na esteira do IPCA-15 de junho, cuja alta de 0,41% veio abaixo da mediana das estimativas (0,44%) coletadas pelo Projeções Broadcast. Houve também um bom comportamento dos preços de abertura. "Havia tempo que não tínhamos uma surpresa positiva com o IPCA, ainda que o índice ainda não dê muitos graus de liberdade para o BC", afirmou o gestor de renda fixa da Armor Capital.

#armorcapital #mercadofinanceiro
Armor Indica: “Suas 5 Próximas Jogadas” – Patrick Armor Indica: “Suas 5 Próximas Jogadas” – Patrick Bet-David

Um livro sobre estratégia pessoal e profissional que parte de uma ideia simples: quem não define seu próprio plano acaba fazendo parte do plano de outra pessoa.

5 motivos para um investidor ler:
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Grandes resultados raramente são fruto de uma única decisão brilhante. A combinação de consistência, execução e adaptação tende a produzir desempenho superior no longo prazo.
4 - Questionamento crítico gera melhores escolhas
Mais do que fornecer respostas, o livro incentiva a reflexão sobre riscos, oportunidades e prioridades — postura fundamental para investidores e gestores.
5 - Planejamento antecipado gera posicionamento superior
Seja na carreira, nos negócios ou nos investimentos, quem planeja os próximos movimentos tende a estar melhor posicionado para aproveitar oportunidades quando elas surgem.

Uma leitura prática para quem busca desenvolver visão estratégica, tomar melhores decisões e construir resultados de longo prazo.

#ArmorIndica #ArmorCapital
Consistência não é resultado de um único movimento Consistência não é resultado de um único movimento de mercado. É consequência de processo, disciplina e gestão de risco. Na Armor, combinamos posições estruturais de médio e longo prazo com alocações táticas de curto prazo, explorando oportunidades em diferentes mercados e cenários. Mais do que capturar ganhos pontuais, nosso objetivo é construir resultado de forma consistente ao longo do tempo.

#armorcapital #mercadofinanceiro
Fed muda o tom, dólar sobe: o que está por trás da Fed muda o tom, dólar sobe: o que está por trás da nova pressão sobre o real | Exame, 19 de junho de 2026

Mercado reage ao discurso mais duro da autoridade monetária dos EUA

A mensagem foi interpretada como um sinal de que o BC não tem pressa para iniciar um ciclo de afrouxamento monetário. Em seu primeiro discurso, Warsh demonstrou preocupação com a inflação, que segue acima da meta de 2% e destacou o foco das autoridades em estabilizar os preços.

Warsh também evitou oferecer um guidance claro sobre os próximos passos da política monetária, sinalizando que o Fed se comunicará menos, como avalia Gustavo Rostelato, economista da Armor capital. “Essa menor previsibilidade e a sinalização de que será um Fed que se comunicará menos tende a elevar a incerteza de curto prazo e, consequentemente, favorece o fortalecimento global do dólar”, afirma. 

#mercadofinanceiro #armorcapital
Corte ou pausa da Selic? Copom enfrenta ‘ponto crí Corte ou pausa da Selic? Copom enfrenta ‘ponto crítico’ na política sobre juros | Infomoney, 15 de junho de 2026

Inflação rompe teto da meta no acumulado de 12 meses, mas serviços esfriam avanço. Banco Central terá dilema à frente para calibrar pressão em preços do petróleo, mercado de trabalho apertado e impulso fiscal impulsionando a demanda.

Gustavo Rostelato, economista da Armor Capital, também vê espaço para mais um corte, já que os juros estão altos. “Há espaço para esse ajuste marginal. No entanto, o comunicado deverá adotar um tom mais cauteloso, condicionando a continuidade do processo de calibragem da política monetária a uma melhora do cenário econômico global”, avalia.

#armorcapital #mercadofinanceiro
Juros futuros recuam com expectativa de acordo ent Juros futuros recuam com expectativa de acordo entre EUA e Irã, mas mercado segue dividido sobre decisão do Copom | TIMES BRASIL, 12 de junho de 2026

Às vésperas de decisão de junho do Comitê de Política Monetária (Copom), os juros futuros intermediários e longos seguiram devolvendo prêmios. Segundo agentes, embora os dados de inflação divulgados nesta sexta-feira, 12, tenham mostrado um lado qualitativo ainda pressionado, a sinalização por parte do Irã de que um acordo de paz com os Estados Unidos está próximo serviu de suporte para que as taxas corrigissem parte dos excessos da semana.

Gestor de renda fixa da Armor Capital, Igor Campos avalia que, tendo como base a melhora do cenário externo, os DIs teriam que mostrar devolução maior dos prêmios. “A curva ainda está devendo um pouco, porque ainda temos um posicionamento muito ruim, sem tanta profundidade para a quantidade de players”, afirmou, lembrando que o saldo da semana ainda foi de eventos negativos para os juros, tais como o recrudescimento das expectativas inflacionárias, o ressurgimento das preocupações com o problema fiscal do País e a continuidade do confronto no Golfo Pérsico. De qualquer forma,o BC tem menos espaço para afrouxar a Selic, o que justifica, em sua visão, o pior desempenho das taxas mais curtas em relação aos demais vértices da curva a termo.

#armorcapital #mercadofinanceiro
Inflação persistente mantém cautela do mercado sob Inflação persistente mantém cautela do mercado sobre queda dos juros | Veja Negócios, 12 de julho de 2026

Analistas avaliam que a composição do índice não inviabiliza cortes na Selic, mas reforça a necessidade de atenção à inflação de serviços e ao crédito 

Gustavo Rostelato, economista da Armor Capital, avalia que, apesar de o índice ter ficado ligeiramente acima das projeções, a leitura qualitativa foi mais benigna. “Apesar de o resultado do IPCA de maio ter ficado ligeiramente acima do esperado, a composição qualitativa veio em linha com as projeções. A surpresa altista concentrou-se principalmente na gasolina, que registrou uma deflação menor do que a antecipada. Em contrapartida, a média dos núcleos ficou alinhada às expectativas, enquanto a categoria de serviços subjacentes apresentou uma leitura até mais favorável”.

#armorcapital #economia #ipca
Mercados em transição: mudança de fluxo, juros mai Mercados em transição: mudança de fluxo, juros mais altos e realocação de capital.

Neste trecho do Minuto do Gestor, discutimos como a mudança na percepção de risco político no Brasil impactou os preços dos ativos e influenciou a estratégia de alocação da Armor Capital.

Enquanto a economia americana continua apresentando crescimento robusto, resultados corporativos acima das expectativas e um ambiente de negócios resiliente, o Brasil enfrenta um cenário mais desafiador, marcado pela alta dos juros de longo prazo e pela revisão das expectativas para a Selic.

Além disso, após um forte fluxo de capital para o Brasil e para a América Latina no início do ano, observamos em maio um movimento de retorno desses recursos para economias maduras, alterando a dinâmica dos mercados e exigindo ainda mais seletividade dos investidores.

#ArmorCapital #MinutoDoGestor #MercadoFinanceiro #Economia
Dólar sobe, Ibovespa cai, e juros futuros disparam Dólar sobe, Ibovespa cai, e juros futuros disparam | O Globo, 09 de junho de 2026

Moeda americana fecha a R$ 5,18, a maior cotação em dois meses, em meio a incertezas nos cenários externo e interno.

Para Igor Campos, gestor de juros da Armor Capital, parte relevante do movimento não reflete mudanças nos fundamentos da economia: Avalio que 70% do movimento foi técnico, com investidores encerrando posi ções para limitar perdas, e 30% foi por fundamentos relacionados à guerra. O mercado perdeu a referencia ao passar a precificar uma eventual alta da Selic.

#mercadofinanceiro #câmbio #ArmorCapital
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Mercados em transição: mudança de fluxo, juros mais altos e realocação de capital.

Neste trecho do Minuto do Gestor, discutimos como a mudança na percepção de risco político no Brasil impactou os preços dos ativos e influenciou a estratégia de alocação da Armor Capital.

Enquanto a economia americana continua apresentando crescimento robusto, resultados corporativos acima das expectativas e um ambiente de negócios resiliente, o Brasil enfrenta um cenário mais desafiador, marcado pela alta dos juros de longo prazo e pela revisão das expectativas para a Selic.

Além disso, após um forte fluxo de capital para o Brasil e para a América Latina no início do ano, observamos em maio um movimento de retorno desses recursos para economias maduras, alterando a dinâmica dos mercados e exigindo ainda mais seletividade dos investidores.

#ArmorCapital #MinutoDoGestor #MercadoFinanceiro #Economia
Mercados em transição: mudança de fluxo, juros mais altos e realocação de capital.
Maio de 2026: guerra, petróleo pressionado, inflação persistente e juros elevados por mais tempo.

Neste trecho do Minuto do Gestor, analisamos os principais fatores que marcaram o mês de maio e que continuam influenciando os mercados globais.

Enquanto os Estados Unidos seguem demonstrando força econômica, a Europa perde tração, e os impactos da guerra continuam pressionando os preços, as expectativas de inflação e as decisões de política monetária ao redor do mundo.

No Brasil, o cenário também exige atenção. Revisões altistas para a inflação e expectativas de juros mais elevados reforçam a importância de uma gestão disciplinada e de uma visão de longo prazo.

#ArmorCapital #MinutoDoGestor #Economia  #Petróleo
Maio de 2026: guerra, petróleo pressionado, inflação persistente e juros elevados por mais tempo.
No minuto do gestor, Alfredo Menezes, nosso CEO e CIO  junto a nosso economista, Gustavo Rostelato, comentam brevemente sobre o mercado no mês de maIo e seu impacto nos resultados. 

Confira a carta do gestor completa em: www.armorcapital.com.br

Maio foi pautado pela expectativa de resolução do conflito no Oriente Médio. O tom mais conciliador 
no início do mês fez o petróleo recuar mais de 10% nos vencimentos curtos. Apesar do alívio na 
commodity, a resiliência da atividade americana e as preocupa ções com a inflação pressionaram as 
taxas das Treasuries, que abriram cerca de 15 bps no mês, encerrando o período voltando a precificar altas de juros para este ano. Nas bolsas norte - americanas, a busca por eficiência e o forte crescimento das expectativa s de resultados no setor de tecnologia ditaram a dinâmica. O 
protagonismo dos semicondutores fez o ETF do setor (SOXX) saltar 23%, impulsionando o Nasdaq 
(+10,5%) e o S&P 500 (em torno de +5%). No câmbio, o iene voltou a se enfraquecer em grande 
magnitude após as intervenções de abril, fortalecendo o dólar globalmente (DXY +0,87%). Contudo, o 
ambiente de risk - on sustentou o bom desempenho da maior parte das moedas de países emergentes.
Na contramão de seus pares emergentes, os ativos brasileiros performaram mal. O mercado local 
sofreu com a divulgação de conversas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, o que reduziu a 
percepção de uma possível alternância de poder e penalizou os ativos de risco. Esse cenário político 
ruidoso, somado a um índice com alta concentração em bancos e commodities e sem exposição ao 
rali global de tecnologia, resultou em uma queda superior a 7% no Ibovespa. O movimento foi 
acompanhado por uma expressiva saída d e fluxo estrangeiro, totalizando aproximadamente US$ 3 
bilhões retirados da B3. Na renda fixa, o movimento foi de aversão ao risco, com as taxas pré - fixadas abrindo entre 10 e 15 bps ao longo de maio.
A performance do fundo no mês foi positiva, impulsionada principalmente por renda variável, onde 
capturamos valor com posições compradas na bolsa americana e vendidas na bolsa local. Tivemos 
também contribuições positivas das posições tomadas em juros nominais locais e das posições 
aplicadas em juros americanos, montadas de forma tática no decorrer do mês.
Diante das dúvidas remanescentes no Oriente Médio e do horizonte cada vez mais próximo das 
eleições no Brasil, mantemos uma gestão de portfólio predominantemente tática. Ao longo do mês, 
aumentamos posições aplicadas em juros reais domésticos de médio praz o, com hedge em operações táticas tomadas na curva nominal. No exterior, seguimos com alocação aplicada nas Treasuries e posições compradas em bolsa global. Em moedas, permanecemos com posições compradas em real e em iene, contra o euro. Além disso, seguim os com um viés pessimista com a bolsa local.
Minuto do gestor - MAIO 2026 | Cenário econômico, posicionamento e resultados
Em um ambiente marcado por volatilidade e mudanças rápidas de cenário, a gestão ativa se torna ainda mais relevante para identificar oportunidades e ajustar posições de forma tática.

Após a forte correção da bolsa americana no início de abril, observamos um mercado com expectativas mais baixas para resultados e ativos negociando com descontos mais atrativos. Diante desse cenário, voltamos a enxergar uma oportunidade relevante de alocação em bolsa dos Estados Unidos, posição que há algum tempo não vínhamos carregando nos fundos.

Ao mesmo tempo, o forte rali da bolsa brasileira, que chegou próxima dos 195 mil pontos, combinado com a proximidade do período eleitoral e uma mudança de postura do Banco Central para um tom mais cauteloso diante do novo patamar do petróleo, nos levou a avaliar que o mercado local teria mais dificuldade para sustentar múltiplos elevados próximos às médias históricas.

Mais do que prever movimentos lineares de mercado, a gestão busca interpretar mudanças de cenário, adaptar o risco e capturar oportunidades ao longo do ciclo.

#MercadoFinanceiro #Bolsa #Investimentos #Câmbio #Macro #Economia #ArmorCapital
Volatilidade não é o problema | Trecho do Minuto do Gestor l ABRIL 2026 #armorcapital
No minuto do gestor, Paulo Moreno, nossa co-CIO,  junto a nosso economista, Gustavo Rostelato, comentam brevemente sobre o mercado no mês de março e seu impacto nos resultados. 

Confira a carta do gestor completa em: www.armorcapital.com.br

Conforme destacado no cenário econômico, a volatilidade predominou ao longo do mês, em meio às
idas e vindas do conflito no Oriente Médio. O início do mês foi marcado por um movimento de risk - on, após sinais de negociação, que foi gradualmente mitigado diante da falta de avanços concretos para a resolução do conflito.
O petróleo continua sendo o principal ativo a refletir a temperatura da guerra para o mercado. A
commodity avançou quase 10% no mês nos vencimentos mais curtos, após ter caído 13% em seu melhor momento, evidenciando a intensa volatilidade do período. Com i sso, as taxas das Treasuries norte - americanas abriram cerca de 6 bps, enquanto o dólar global se desvalorizou 1,9%. Ainda assim, o S&P 500 avançou 10% no mês, refletindo os bons resultados das empresas de tecnologia, e descolando do ambiente mais pressiona do por inflação e juros.
Apesar de ter se valorizado mais de 6% na primeira quinzena do mês após o anúncio de cessar fogo,
o Ibovespa encerrou o mês praticamente estável, com uma performance aquém dos pares por parte
das bolsas latino - americanas, que tinham sofrido menos no mês de abril. Na curva de juros doméstica, as taxas nominais curtas abriram cerca de 5 pontos - base no mês, enquanto as mais longas fecharam em torno de 8 bps, refletindo um mês de flattening da curva. Esse movimento reflete o processo de reprecificação dos juros observado no mês anterior, quando as taxas chegaram a abrir cerca de 100 bps.
As principais contribuições para o desempenho do mês vieram das posições em renda variável, com
destaque para posições vendidas em bolsa doméstica e compradas em bolsa americana, montadas na segunda quinzena do mês de abril, renda fixa local, aplicadas em juros reais e nominais de médio
prazo. E em moedas, com posições compradas no real.
Diante da elevada volatilidade no cenário macro global, mantemos uma baixa exposição ao risco,
privilegiando alocações mais táticas. Mantemos um viés construtivo para a bolsa americana, ancorado na resiliência do setor de tecnologia e na forte temporada de balanços, além da manutenção de posições compradas em iene japonês contra o euro.
No brasil, a moeda continua estruturalmente suportada pela melhora nos termos de troca derivada do choque de petróleo. Em contrapartida, mantemos cautela com o mercado acionário doméstico, que é afetado negativamente em um cenário de taxas de juros mais al tas por um período prolongado, o que é mais provável diante de uma inflação alta e persistente nesse cenário de choque global na cadeia de energia e fertilizantes.

Cenário Internacional
No início do mês, os agentes de mercado estavam atentos às possíveis negociações sobre um cessar - fogo no Oriente Médio e à reabertura do Estreito de Ormuz. Esses eventos, de fato, ocorreram, mas acabaram gerando apenas volatilidade adicional nos preços, al ternando entre movimentos de risk - on e risk - off à medida que as negociações se mostravam inconclusivas.
Após ameaças de ataques à infraestrutura do Irã por parte do governo norte - americano, as duas
partes concordaram em realizar um cessar - fogo de duas semanas, enquanto as conversas
avançavam. Com isso, os preços do petróleo, assim como sua curva futura, refl etiram de forma
significativa esse otimismo, principalmente em meados do mês, quando o contrato de petróleo para o fim do ano chegou a atingir US$ 85/barril. No entanto, a falta de acordo sobre o fim do programa
nuclear e a manutenção de tropas americanas em torno do estreito fizeram a volatilidade predominar, levando os preços do petróleo de volta a níveis semelhantes aos observados no fim do mês.

Cenário Doméstico
No ambiente local, a dinâmica continuou sendo ditada pelas perspectivas externas em torno da guerra no Oriente Médio e pela decisão de política monetária, que, conforme esperado, reduziu a Selic para 14,50%, com tom bastante conservador e cauteloso em rela ção aos passos futuros.
A ausência de uma resolução para o conflito manteve, em abril, a pressão sobre as taxas de juros ,
embora em menor intensidade do que em março e favoreceu a valorização do real, impulsionada pela melhora dos termos de troca.
Com isso, a piora das expectativas de inflação continuou no radar dos agentes de mercado. Em um
mês, a inflação de 2026 no Focus passou de 4,36% para 4,89%; a de 2027 passou de 3,85% para 4,00%; e a de 2028, de 3,60% para 3,64%. Isso, aliado a cada dia adi cional de estreito fechado, fez com que o mercado retirasse cortes da curva de juros e reacendesse as preocupações acerca da impossibilidade de cortes neste ano. Diante disso, elaboramos um breve estudo para entender melhor a dinâmica e a posição atual da política monetária brasileira.
Minuto do gestor - ABRIL 2026 | Cenário econômico, posicionamento e resultados
Trecho do Podcast Touros e Ursos do Seu Dinheiro —O dólar está ‘no limite’? Por que este gestor especialista em câmbio não vê muito mais espaço para queda., 28 de abril de 2026

No Podcast Touros e Ursos Alfredo Menezes, CEO da Armor Capital comenta os motivos pelo o qual o dólar tem caido. Ele explica que entre meados de abril e agora, o dólar testou a faixa dos R$5 impulsionado por uma combinação de fatores: rotação global para emergentes, com saída parcial de capital dos EUA, fortalecimento de moedas como o peso mexicano e o real, além de um pano de fundo geopolítico mais complexo.

No Brasil, o ambiente pré-eleitoral também entra na conta. E, mais recentemente, a alta do petróleo, puxada pelas tensões no Oriente Médio,  pode melhorar nossa balança comercial, sustentando o real.

#mercadofinanceiro #dolar #cambio  #geopolitica #petroleo  #armorcapital
O dólar está ‘no limite’? - Trecho do Podcast Touros e Ursos do Seu Dinheiro
A alocação em moeda forte é um componente essencial na gestão patrimonial de investidores em países emergentes. De forma geral, uma exposição entre 20% e 25% tende a ser adequada, a depender do perfil e do horizonte de investimento.

Apesar de o dólar na faixa de R$5,00 não representar um nível historicamente elevado, sua dinâmica permanece sustentada por fundamentos externos. O Brasil ainda apresenta déficit em conta corrente, o que limita apreciações adicionais do real de forma estrutural.

Adicionalmente, observa-se uma mudança relevante na composição desse déficit: o aumento da importação de serviços. O crescimento de assinaturas internacionais — como plataformas de streaming, softwares e ferramentas de inteligência artificial — amplia a saída recorrente de recursos, pressionando as contas externas.

Nesse contexto, a diversificação cambial deve ser entendida como uma decisão estrutural, e não tática.

Trecho do Podcast Touros e Ursos do Seu Dinheiro com Alfredo Menezes.

#mercadofinanceiro #cambio #dolar #economia #armorcapital
A alocação em moeda forte é um componente essencial - trecho de touros e ursos com Alfredo Menezes
Em meio às tensões geopolíticas globais, nem todos os desdobramentos são negativos para a economia brasileira. O aumento dos preços do petróleo tende a fortalecer o balanço comercial do país, ampliando a entrada de dólares e favorecendo a valorização do real. Nos últimos doze meses, o Brasil exportou aproximadamente US$ 30 bilhões líquidos em petróleo, considerando um preço médio de US$ 65 por barril. Caso o petróleo alcance uma média entre US$ 90 e US$ 100 ao longo do ano, o ganho adicional pode chegar a cerca de US$ 20 bilhões no balanço comercial. Enquanto economias importadoras de energia, como a Europa, tendem a sofrer impactos negativos em suas economias devido ao aumento dos custos, o Brasil se posiciona de forma mais favorável nesse cenário. Essa dinâmica reforça estratégias de mercado que buscam capturar a valorização do real frente ao euro, conectando geopolítica, commodities e oportunidades no mercado cambial.

Trecho do minuto do gestor com Alfredo Menezes, nosso CEO e CIO  junto a nosso economista, Gustavo Rostelato, comentam brevemente sobre o mercado no mês de março e seu impacto nos resultados. 

Confira a carta do gestor completa em: www.armorcapital.com.br

Conforme destacado na carta do mês anterior, a expectativa de que o acirramento dos conflitos no Oriente Médio desencadearia um ambiente de risk-off se materializou. O principal ativo a liderar os movimentos no período foi o petróleo, que avançou de US$ 67 para US$ 101 por barril, mostrando alta de 76,6% no mês. Com isso, a perspectiva de estagflação global voltou ao radar, pressionando significativamente os ativos de risco. O S&P 500 recuou 5,09%, enquanto o DXY se valorizou 2,3%. Já as taxas dos US Treasuries abriram, em média, 40 pontos-base, refletindo discursos mais hawkish dos bancos centrais, cada vez mais atentos à dinâmica inflacionária diante da elevação dos preços das commodities energéticas.
No mercado doméstico, observou-se um processo relevante de reprecificação diante do novo patamar do petróleo. Em março, o Ibovespa recuou 0,7%, em linha com o ambiente global de maior aversão ao risco, mas em menor grau por conta do peso das empresas petrolíferas no índice. Na curva de juros, as taxas nominais abriram cerca de 90 pontos-base no mês, com destaque para o DI janeiro/29, que avançou 107bps. Esse movimento reflete não apenas o aumento das incertezas associadas às tensões no Irã, mas também revisões altistas no Boletim Focus, que passou a incorporar expectativas inflacionárias mais pressionadas, influenciadas pelo petróleo e pelas recentes surpresas altistas de inflação doméstica.
No câmbio, o real se desvalorizou 1% no mês, ainda assim apresentando desempenho relativamente melhor que seus pares — movimento compatível com a condição do Brasil como exportador líquido de petróleo, o que tende a gerar termos de troca mais favoráveis em um cenário de preços elevados da commodity.
Em termos de estratégia, a principal contribuição positiva para o desempenho no mês veio da posição comprada em real e vendida em euro, ancorada na tese de divergência de termos de troca: enquanto o Brasil se beneficia do petróleo mais caro, a Europa figura entre as regiões mais penalizadas por esse choque. Por outro lado, as posições em renda variável — principalmente em bolsa doméstica — foram detratoras de performance, assim como as posições aplicadas em juros nos EUA e no Brasil. Essas estratégias estavam baseadas na expectativa de desaceleração da atividade econômica e na possibilidade de cortes de juros pelo Federal Reserve ainda em 2026, cenário cuja probabilidade foi significativamente reduzida ao longo do período.
Olhando à frente, reforçamos que o cenário permanece altamente dependente dos desdobramentos do conflito no Irã. Ainda assim, avaliamos que há espaço mais limitado para cortes agressivos de juros neste ano. Diante desse contexto, optamos por manter posições táticas em moedas e juros nominais, com menor exposição ao risco, priorizando a proteção frente à elevada volatilidade, especialmente enquanto não houver uma resolução clara para o conflito.

#Economia #Geopolítica #Petróleo #Câmbio #Real #Euro #Investimentos #MercadoFinanceiro
Petróleo e Brasil, cenário econômico de Março 2026 | Trecho do Minuto do Gestor #armorcapital
No minuto do gestor, Alfredo Menezes, nosso CEO e CIO  junto a nosso economista, Gustavo Rostelato, comentam brevemente sobre o mercado no mês de março e seu impacto nos resultados. 

Confira a carta do gestor completa em: www.armorcapital.com.br

Conforme destacado na carta do mês anterior, a expectativa de que o acirramento dos conflitos no Oriente Médio desencadearia um ambiente de risk-off se materializou. O principal ativo a liderar os movimentos no período foi o petróleo, que avançou de US$ 67 para US$ 101 por barril, mostrando alta de 76,6% no mês. Com isso, a perspectiva de estagflação global voltou ao radar, pressionando significativamente os ativos de risco. O S&P 500 recuou 5,09%, enquanto o DXY se valorizou 2,3%. Já as taxas dos US Treasuries abriram, em média, 40 pontos-base, refletindo discursos mais hawkish dos bancos centrais, cada vez mais atentos à dinâmica inflacionária diante da elevação dos preços das commodities energéticas.
No mercado doméstico, observou-se um processo relevante de reprecificação diante do novo patamar do petróleo. Em março, o Ibovespa recuou 0,7%, em linha com o ambiente global de maior aversão ao risco, mas em menor grau por conta do peso das empresas petrolíferas no índice. Na curva de juros, as taxas nominais abriram cerca de 90 pontos-base no mês, com destaque para o DI janeiro/29, que avançou 107bps. Esse movimento reflete não apenas o aumento das incertezas associadas às tensões no Irã, mas também revisões altistas no Boletim Focus, que passou a incorporar expectativas inflacionárias mais pressionadas, influenciadas pelo petróleo e pelas recentes surpresas altistas de inflação doméstica.
No câmbio, o real se desvalorizou 1% no mês, ainda assim apresentando desempenho relativamente melhor que seus pares — movimento compatível com a condição do Brasil como exportador líquido de petróleo, o que tende a gerar termos de troca mais favoráveis em um cenário de preços elevados da commodity.
Em termos de estratégia, a principal contribuição positiva para o desempenho no mês veio da posição comprada em real e vendida em euro, ancorada na tese de divergência de termos de troca: enquanto o Brasil se beneficia do petróleo mais caro, a Europa figura entre as regiões mais penalizadas por esse choque. Por outro lado, as posições em renda variável — principalmente em bolsa doméstica — foram detratoras de performance, assim como as posições aplicadas em juros nos EUA e no Brasil. Essas estratégias estavam baseadas na expectativa de desaceleração da atividade econômica e na possibilidade de cortes de juros pelo Federal Reserve ainda em 2026, cenário cuja probabilidade foi significativamente reduzida ao longo do período.
Olhando à frente, reforçamos que o cenário permanece altamente dependente dos desdobramentos do conflito no Irã. Ainda assim, avaliamos que há espaço mais limitado para cortes agressivos de juros neste ano. Diante desse contexto, optamos por manter posições táticas em moedas e juros nominais, com menor exposição ao risco, priorizando a proteção frente à elevada volatilidade, especialmente enquanto não houver uma resolução clara para o conflito.
Minuto do gestor - MARÇO 2026 | Cenário econômico, posicionamento e resultados
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01/02/2024 | O GLOBO: Maior recado do banco central foi a falta de novos recados avaliam os economistas 

01/02/2024 | CNN: Com comunicado morno, decisão do BC não surpreende e mostra Copom “tranquilo”, dizem especialistas

29/01/2024 | Valor Econômico: Vitoria de Trump nos EUA entra no radar do mercado, que teme volatilidade e fiscal pior 

25/01/2024 | Bom dia mercado: Alfredo Menezes comenta sobre câmbio 2024

18/01/2024 | Infomoney: Desinflação mantém velocidades diferentes, mas quadro geral é benigno, dizem economistas

18/01/2024| Valor Invest: Veja os poucos fundos multimercados que bateram o CDI e as apostas deles para 2024

09/01/2024 | Valor Econômico: Câmbio tem primeiro ano sem intervenções do BC desde 1999

23/12/2023| Exame: Trump x Biden? Eleição nos EUA será destaque em ano que terá quase 80 eleições pelo mundo

11/12/2023 | Folha de São Paulo: Aumento do ritmo de corte da Selic volta ao radar do mercado

01/11/2023| Bloomberg: Copom corta Selic, amplia cautela com exterior e deixa debate fiscal para ata

Participações em Podcasts e entrevistas

12/07/2024 | Broadcast TV: Cabeça de Gestor com Alfredo Menezes, Armor Capital

15/05/2024 | Nord Research: Ainda dá para ser otimista com o Brasil hoje? | Skin in the Game #57 – Alfredo Menezes

26/04/2024 | Exame: Entrevista com Alfredo Menezes, da Armor Capital | Vozes do Mercado

21/03/2024 | Neofeed: A “mão de ferro” da Armor Capital com a bolsa dos Estados Unidos

24/01/2024 | Bom dia Mercado by PicPay: Alfredo Menezes, CEO da Armor Capital, analisa o mercado de câmbio em 2024

14/12/2023 |  Trader Talks #26: Alfredo Menezes*

09/11/2023 |  Random Walk – Ep 10 – Alfredo Menezes *

21/09/2023 | StockPickers : Em meio as incertezas, vamos ao básico: o que os “veteranos” do mercado pensam sobre o cenário*

01/08/2023 | Os Economistas 73 – ALFREDO MENEZES QUESTIONA ESTRATÉGIA DE BUY AND HOLD

16/06/2023 | Random Walk podcast #1: Rodrigo Campos*

18/01/2023 | AFTERMARKET com Rodrigo Campos*

05/01/2023 | Tchado é Tchado: A fórmula para sobreviver ao mercado por Alfredo Menezes *

23/08/2022 |  Market Makers #08 – 70 anos de mercado com os dois oráculos da fintwit
 

14/07/2022 | Stock Pickers #154: Pessimismo com Real, Selic 14% e dólar 5,80: previsões de Alfredo Menezes* e Sérgio Machado

03/06/2021 | PrimoCast #124: O ERRO DE 500 MILHÕES DE DÓLARES 

 

*As opiniões expressas nessa live, são tão e somente, as opiniões dos participantes, e não expressam, direta ou indiretamente, as opiniões do seu empregador ou de outra(s) pessoa(s) ou grupo(s)). 

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