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ARMOR CAPITAL na Mídia

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Em janeiro, o aumento das tensões geopolíticas e a Em janeiro, o aumento das tensões geopolíticas e a postura mais agressiva dos EUA contribuíram para a desvalorização do dólar e para o fluxo global em direção a ativos de risco, especialmente em mercados emergentes. O Brasil se beneficiou desse movimento, com forte valorização da bolsa e do real, favorecendo posições compradas em câmbio e ações locais, posteriormente reduzidas após a intensidade da alta. O fundo também capturou ganhos em commodities metálicas, principalmente prata, e manteve visão de economia americana resiliente, com potencial positivo para bolsas, mas juros pressionados. No cenário doméstico, permaneceram posições aplicadas em juros reais e compradas em crédito bancário, diante da expectativa de início do ciclo de cortes pelo Banco Central. 

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🗓️ Confira as principais datas de janeiro de 2026 🗓️ Confira as principais datas de janeiro de 2026 no calendário econômico da Armor Capital.

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“Com fluxo externo, Ibovespa é destaque no mês” — “Com fluxo externo, Ibovespa é destaque no mês” — Valor Econômico, 30 de janeiro de 2026

Em entrevista ao Valor Econômico, nossa co-CIO Paula Moreno analisou o forte desempenho dos ativos brasileiros em janeiro, impulsionado pela rotação global de portfólios e pela busca por diversificação fora dos Estados Unidos.

“Há um movimento de diversificação não só para outras regiões, mas de ativos, com os bancos centrais compondo reservas em ouro, e até as pessoas físicas carregando o metal no portfólio. Se antes os Treasuries eram o ‘safe haven’, hoje a busca é por uma cesta de moedas mais defensivas, por ouro e commodities metálicas; é o que tem ajudado o Brasil neste início de ano.”

A reportagem destaca que o Brasil tem se beneficiado desse novo padrão de alocação global, com forte entrada de capital externo, valorização do real, recordes do Ibovespa e desempenho expressivo de ativos ligados a commodities e juros reais. Ainda assim, Paula Moreno ressalta que o ambiente segue condicionado ao cenário eleitoral e fiscal doméstico, fatores que podem exigir ajustes de rota ao longo do ano.

#MercadoFinanceiro #ArmorCapital
“Por que 2025 foi o ano de renascimento dos fundos “Por que 2025 foi o ano de renascimento dos fundos multimercados” — Forbes Brasil, 28 de janeiro de 2026

Em reportagem da Forbes Brasil, nosso CEO e CIO Alfredo Menezes analisou por que o ambiente macro de 2025 voltou a favorecer estratégias multimercados, especialmente diante do aumento da volatilidade e da incerteza política no Brasil e no cenário internacional.

“Devido à flexibilidade de mandato, os multimercados estão bem posicionados para navegar o aumento da volatilidade. O cenário, pautado pelas eleições no Brasil e pela imprevisibilidade do governo Trump, tende a gerar distorções de preços relativos, propiciando janelas de oportunidade para gestores macro.” — Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital.

A matéria ressalta que a combinação entre maior dispersão de ativos, ruídos políticos e choques externos voltou a ampliar o espaço para decisões ativas de alocação, reforçando o papel dos fundos multimercados como instrumentos centrais de navegação em ciclos mais complexos.

#MercadoFinanceiro #Multimercados #ArmorCapital
“Potencial Oculto” – Adam Grant Mais do que um liv “Potencial Oculto” – Adam Grant
Mais do que um livro sobre talento, é um guia sobre como desenvolver capacidades que ainda não estão visíveis na carreira, nos negócios e nos investimentos.
Adam Grant mostra que desempenho excepcional raramente nasce pronto: ele é construído com mentalidade certa, disciplina e ambientes que favorecem o crescimento.

4 motivos para ler:

1️⃣ Entender que resultados consistentes veem mais de processos e menos de genialidade;
2️⃣ Aprender a transformar esforço deliberado em vantagem competitiva;
3️⃣ Reconhecer o papel do ambiente, da cultura e dos incentivos na performance;
4️⃣ Investir em si mesmo como o ativo de maior retorno no longo prazo.

Um lembrete de que, no mercado e na vida, o verdadeiro diferencial está menos no talento aparente e mais no potencial bem trabalhado.

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Multimercados veem 2026 como janela de retomada gr Multimercados veem 2026 como janela de retomada gradual após pressão em 2025 — Capital Aberto, 23 de janeiro de 2026

Em entrevista à Capital Aberto, nossa co-CIO Paula Moreno comentou as perspectivas para os fundos multimercados diante do cenário macroeconômico projetado para 2026, com destaque para o papel da política monetária na recomposição dos portfólios.

“O início de um ciclo de queda da Selic, esperado para 2026, tende a favorecer uma recomposição gradual das carteiras. A tomada de risco viria via classe multimercado.” — Paula Moreno, co-CIO da Armor Capital

A reportagem ressalta um ambiente de juros em trajetória de queda que pode reabrir espaço para estratégias mais construtivas, especialmente em multimercados, combinando seletividade, gestão ativa e diversificação.

#MercadoFinanceiro #Multimercados #ArmorCapital
Há 6 anos, a Armor Capital constrói uma trajetória Há 6 anos, a Armor Capital constrói uma trajetória consistente e disciplinada, com desempenho acima do CDI. 

Desde 2019, atravessamos diferentes ciclos de mercado mantendo o foco em gestão de risco, processo robusto e alocação responsável — pilares que sustentam resultados no longo prazo.

Histórico importa. Consistência importa ainda mais.
Seguimos comprometidos com decisões fundamentadas e com a preservação de capital, buscando retornos ajustados ao risco ao longo do tempo.

Resultado acumulado do fundo vs. CDI no período.
Saiba mais: armorcapital.com.br

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“Setor de serviços do Brasil recua 0,1% em novembr “Setor de serviços do Brasil recua 0,1% em novembro, mostra IBGE” — CNN Brasil, 13 de janeiro de 2026

A CNN Brasil destacou o comentário do nosso economista Gustavo Rostelato sobre os dados mais recentes do setor de serviços no Brasil, divulgados pelo IBGE.

📉 “Apesar do resultado abaixo do esperado, o dado (de novembro) parece refletir mais uma normalização após um período de crescimento mais intenso do que, propriamente, um sinal contundente de fraqueza da atividade no setor.” — Gustavo Rostelato, economista da Armor Capital.

O volume de serviços recuou 0,1% em novembro, interrompendo uma sequência de nove meses de ganhos e frustrando expectativas de alta, em um contexto de política monetária restritiva e desaceleração econômica. Ainda assim, o nível de atividade permanece em patamares historicamente elevados, com ajustes pontuais em segmentos como transportes e informação e comunicação.

#MercadoFinanceiro #ArmorCapital
Fechamento câmbio: Dólar fecha praticamente estáve Fechamento câmbio: Dólar fecha praticamente estável com cautela na véspera do payroll Broadcast, 08 de janeiro de 2026

Em um pregão marcado por cautela no mercado de câmbio, com o dólar fechando praticamente estável na véspera da divulgação do payroll nos Estados Unidos, os investidores acompanharam de perto sinais externos e fundamentos domésticos que ajudam a balizar as expectativas para o início do ano.

O Broadcast destacou no noticiário nosso comentário da carta do gestor sobre a estratégia cambial no fim de 2025. Na matéria, o veículo repercutiu que, taticamente, na última semana de dezembro, estruturamos posições compradas em Real, com base na expectativa de convergência da moeda frente aos pares emergentes e no início da sazonalidade positiva dos fluxos comerciais ligados às safras agrícolas.

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Cenário Internacional 
O primeiro mês do ano foi marcado pelo acirramento das tensões geopolíticas, gerando mais um processo de desmonte global de posições no dólar, tendo um possível fluxo de repatriação de caixa como principal vetor de desvalorização da moeda norte-americana.
Desde o início do mês, as ações geopolíticas do governo norte-americano trouxeram intensa volatilidade aos preços dos ativos. A primeira delas foi a captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pelo Exército norte-americano. O presidente venezuelano foi levado aos EUA, onde permanece preso, e quem assume seu lugar, de forma interina, é a vice-presidente, Delcy Rodríguez. Além disso, outro tema em foco foi o endurecimento do tom do presidente norte-americano com o Irã, após o aumento das tensões internas no país, motivadas por protestos da população local. Com isso, os EUA iniciaram tentativas de pressão militar e diplomática para negociar o fim do programa nuclear e o desarmamento de mísseis.
Essas movimentações aumentaram a incerteza no curto prazo e reverberaram em um fluxo de saída do dólar global, além de maior demanda por ativos de segurança, principalmente commodities metálicas, como ouro e prata. 
Quanto aos dados econômicos, janeiro mostrou sinais de resiliência da atividade norte-americana, bem como moderação do mercado de trabalho, que anteriormente indicava enfraquecimento. 
Outro ponto relevante no mês foi a volatilidade dos ativos japoneses à medida que as eleições da câmara se aproximam. Sanae Takaichi, a atual primeira-ministra, tem adotado um discurso de forte expansão fiscal, o que tem preocupado os agentes de mercado. O principal ativo afetado foi o iene japonês, que enfraqueceu 1,23% frente ao dólar no mês, mesmo em um contexto de dólar globalmente fraco. Essa movimentação foi extremamente criticada pelas autoridades japonesas, o que intensificou a volatilidade na moeda. Nesse cenário, o Banco Central japonês se mostra cauteloso e mantém a porta aberta para possíveis ajustes na taxa de juros.

Cenário Doméstico
Dado o ambiente de realocação global de recursos, o Brasil, assim como outros emergentes, foi favorecido por um fluxo positivo em janeiro. O real registrou valorização de 4% no mês e a bolsa brasileira subiu 12,5% no mesmo período, refletindo a maior demanda por ativos emergentes.
O cenário local continua marcado pela condução da política monetária, principalmente após a decisão de janeiro, que sinalizou o início do ciclo de cortes na próxima reunião. O Copom optou por manter a Selic em 15% em janeiro, mas pontuou que, caso o cenário esperado se concretize, realizará um corte já na reunião de março. No entanto, o comitê indicou gradualidade no processo, afirmando que atuará com “serenidade”, além de ressaltar a necessidade de manter os juros em patamares restritivos.
E A taxa de desemprego finalizou o ano em 5,1%, o menor nível da série histórica iniciada em 2012. Já o CAGED, que mede o emprego formal no país, apontou criação líquida de 1,3 milhão de vagas, embora com desaceleração nos últimos meses do ano. As projeções de crescimento concentram-se em torno de 2,3% em 2025 e 1,8% em 2026.
Diante dessa dicotomia entre surpresas benignas de inflação e atividade resiliente, o tom cauteloso adotado pelos membros do Banco Central mostra-se justificado. 
Vale citar também o acompanhamento das eleições deste ano, que tem sido feito com crescente atenção. 

Comentário dos Gestores
No cenário externo, dado o aumento das tensões geopolíticas e a postura ofensiva do presidente americano em relação a Groenlândia e ao Irã, o destaque do mês de janeiro foi a desvalorização do dólar frente as outras moedas, com um fluxo relevante de capital em busca de ativos de risco fora do território americano. Esse movimento foi observado principalmente nas moedas emergentes, que se valorizaram em torno de 4% no mês, com um fluxo relevante para ativos de risco desses países. Os índices de ações de mercados emergentes se valorizaram mais de 8% em dólar no mês.
O Brasil não ficou fora desse movimento, tivemos um dos melhores meses de janeiro para o fluxo cambial contratado, o que refletiu nos preços dos ativos. A bolsa brasileira em dólar se valorizou em torno de 16%, voltando para o melhor patamar dos últimos 15 anos. Com a continuidade desse movimento, que se iniciou ainda em dezembro, mantivemos nossas posições compradas em real contra o dólar e em bolsa local ao longo do mês, o que contribuiu significativamente para a nossa performance. Ao final do mês optamos por uma redução dessas alocações dada a magnitude do movimento, e montamos uma posição comprada em peso mexicano contra o euro, visando capturar parte desse fluxo sem uma exposição direta a variação do próprio dólar. 
A performance positiva das commodities metálicas foi um grande destaque do mês, capturamos parte desse movimento com operações táticas compradas em prata.
Minuto do gestor - JANEIRO 2026 | Cenário econômico, posicionamento e resultados
Em 2025, o Brasil apresentou avanços relevantes no controle da inflação. A apreciação cambial, combinada com a desaceleração dos preços de alimentos e bens industriais, contribuiu para um processo de reancoragem parcial das expectativas de inflação. Esse movimento, aliado à melhora observada nos núcleos de inflação, tornou-se um fator essencial para que o Banco Central consiga iniciar, a partir de março, um ciclo de flexibilização monetária, mesmo em um contexto de mercado de trabalho aquecido e taxas de desemprego em mínimas históricas.
Brasil em 2025 - Avanços na Inflação no Brasil #armorcapital #mercadofinanceiro
Em 2025, entregamos uma performance de 105% do CDI, com destaque para o mês de dezembro, quando o fundo avançou 1,09%. O resultado foi impulsionado principalmente pelas posições aplicadas em renda fixa local, pelas posições compradas em bolsa brasileira e pela exposição comprada em dólar contra o real. Para a virada do ano, ajustamos o portfólio e estruturamos uma posição comprada na moeda brasileira, sustentada pela expectativa de fluxo positivo no início do ano, favorecido pela sazonalidade e pelo impacto da safra sobre o balanço de pagamentos.
Performance Financeira em 2025 e Estratégias #mercadofinanceiroamericano #armorcapital
O último mês do ano foi marcado pelas divulgações econômicas atrasadas por conta do shutdown do governo norte-americano, bem como pelas decisões de política monetária. Com isso, dezembro consolidou os movimentos vistos ao longo do ano, como um dólar mais fraco globalmente e taxas de juros mais baixas.
Conforme era amplamente esperado, o FOMC cortou a taxa básica de juros em 0,25 p.p., levando-a para 3,75%. Dentro do comunicado, o destaque foi o reconhecimento de um mercado de trabalho mais enfraquecido, o que se refletiu diretamente em projeções mais elevadas para a taxa de desemprego nos próximos 3 anos. Apesar disso, as projeções de crescimento sofreram alterações baixistas, à medida que o comitê espera uma inflação menor nos próximos anos. Já a mediana das expectativas para a Fed Funds permaneceu inalterada, apontando para um corte de 0,25 p.p. em 2026 e outro de mesma magnitude em 2027. Além disso, o FED também confirmou o encerramento do Quantitative Tightening e, de maneira inesperada, anunciou compras de Treasuries de curto prazo (bills) a partir de 12 de dezembro. Em seu discurso, Jerome Powell adotou um tom mais dovish, reconhecendo riscos baixistas para o mercado de trabalho, embora tenha reforçado que o Comitê se encontra em uma posição adequada para “parar e observar” o comportamento da economia, depois de realizar três cortes como “insurance cut”.
O Presidente Donald Trump disse que deve anunciar o nome para a presidência do FED em janeiro. Segundo a mídia, há três candidatos principais, sendo esses: Kevin Hasset, o assessor econômico da Casa Branca; Kevin Warsh, ex-dirigente do FED; e Christopher Waller, membro atual do comitê do FED. Devido a discursos recentes de Trump, Hasset é apontado como favorito para o cargo, o que tem trazido volatilidade ao mercado, por conta das sinalizações dovishs do mesmo.
Por fim, vale destacar as decisões de política monetária ao longo do mês. O Banco da Inglaterra reduziu a taxa de juros em 0,25 p.p., enquanto o Banco Central Europeu manteve a taxa básica em 2,00%. Já o Banco do Japão elevou a taxa de juros em 0,25 p.p., para 0,75%, em linha com o esperado.
O ambiente doméstico teve como temas principais o anúncio da pré-candidatura à presidência de Flávio Bolsonaro, o último COPOM do ano e as divulgações de inflação, atividade e mercado de trabalho.
Logo no início do mês, o mercado foi pego de surpresa pelo anúncio feito por Flávio Bolsonaro de que seria pré-candidato à presidência da república para o ano eleitoral de 2026. O anúncio foi bastante questionado, após pesquisas mostrarem resultados não tão positivos para o Senador, o que trouxe volatilidade ao mercado, uma vez que outros nomes da oposição apareciam com mais força. No entanto, no final do mês, o ex-presidente Jair Bolsonaro fez uma carta escrita à mão, na qual explicitou o apoio à pré-candidatura de seu filho, o que aumenta a probabilidade de que ele continue em todo o ciclo eleitoral.
O COPOM, por sua vez, optou por manter inalterada a taxa Selic em 15,00% na reunião de dezembro. A comunicação do comitê se manteve hawkish, realizando apenas ajustes marginais em relação ao comunicado anterior. Houve revisão da projeção de inflação para o horizonte relevante, de 3,3% para 3,2%, conforme esperado. A comunicação reforçou o caráter restritivo da política monetária ao manter a expressão “bastante prolongado” para qualificar a duração prevista do atual nível da Selic. No entanto, vale destacar a divulgação do Relatório de Política Monetária (RPM), em que o comitê apresentou suas projeções para o horizonte relevante e indicou que a inflação deve permanecer em 3,2% no segundo trimestre de 2027, frustrando parte do mercado, que projetava que o número iria para 3,1% e, assim, diminuindo a probabilidade de corte em janeiro. No entanto, durante a coletiva do RPM, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e o diretor de Política Econômica, Diogo Guillen, suavizaram a interpretação do comunicado ao afirmarem que a leitura da projeção não deve ser “mecânica” e que, além do número, é necessário avaliar as condições correntes da economia.
Quanto aos dados de emprego, input bastante relevante para as decisões do banco central, mostraram números que apontam para um mercado de trabalho ainda aquecido. O CAGED referente ao mês de novembro criou 85 mil vagas formais, acima das expectativas de 77 mil. Além disso, o dado do mês anterior foi revisado de 85 mil para 94 mil vagas. Já a PNAD Contínua mostrou que a taxa de desemprego de dezembro recuou para 5,2%, novo mínimo da série histórica, além de apontar para rendimentos ainda pressionados.
Diante desse quadro, avaliamos que o COPOM deverá iniciar o ciclo de cortes apenas em março, já que as expectativas de inflação de longo prazo devem permanecer estáveis nos próximos meses e o câmbio já ficou mais pressionado devido aos ruídos políticos e ao pagamento de dividendos ao exterior.
Minuto do gestor - DEZEMBRO 2025 Cenário econômico, posicionamento e resultados
Trecho do Minuto do Gestor | novembro de 2025  #armorcapital

Nos EUA, o principal destaque foi o fim do shutdown, que reduz incertezas, mas deixou o FED com baixa visibilidade de dados por quase dois meses. As poucas informações divulgadas até agora apontam para um mercado de trabalho mais fraco. A maior parte dos dirigentes do FED tem adotado um tom mais dovish, reforçando a expectativa de um corte de 25 bps em dezembro.

Paralelamente, Trump sinalizou a intenção de substituir Powell por Kevin Hassett, o que adiciona volatilidade potencial e pode tornar o board mais dividido nos próximos meses.

No fim das contas, porém, o risco central é uma retomada mais rápida da atividade no início do ano, o que poderia limitar novos cortes de juros.
O que deve guiar o mercado adiante é o balanço entre atividade e inflação — e para onde a economia americana realmente está apontando.
Cenário econômico internacional de novembro de 2025 | Trecho do Minuto do Gestor nov25
No minuto do gestor, Paula Moreno, nossa co-CIO  junto a nosso economista, Gustavo Rostelato, comentam brevemente sobre o mercado no mês de agosto,  e seu impacto nos resultados. 

Confira a carta do gestor completa em: www.armorcapital.com.br

O mercado acionário americano apresentou grande volatilidade ao longo do mês, com o S&P500 encerrando o período com uma leve alta de 0,13%. Parte dessa instabilidade foi explicada por receios crescentes quanto à rentabilidade e ao retorno efetivo dos investimentos massivos em inteligência artificial por parte das grandes empresas. No âmbito macroeconômico, a divulgação do payroll referente a setembro foi interpretada como um dado mais fraco, com destaque negativo para a taxa de desemprego, que subiu para 4,4%. Contudo, na reta final do mês, a bolsa americana voltou a performar melhor, impulsionada pelo aumento da probabilidade de um corte de juros na reunião de dezembro do FOMC, esse otimismo foi renovado por comunicações mais dovish de dirigentes do FED. Diante dessa postura da autoridade monetária, as taxas das treasuries americanas fecharam marginalmente.
No Brasil, observou-se um fechamento expressivo na curva de juros, com as taxas prefixadas recuando em torno de 30bps. O movimento reflete a proximidade do início do ciclo de afrouxamento monetário e o aumento na precificação de que os cortes comecem já na reunião de janeiro do COPOM. Esse cenário foi impulsionado por dados fracos de inflação, um patamar ainda bastante restritivo de juros reais e uma dinâmica favorável na taxa de câmbio. O real valorizou-se 0,70% no mês, demonstrando resiliência mesmo diante de um fluxo cambial negativo de US$ 3 bilhões acumulado no mês até o dia 21 de novembro. O destaque do mês foi para a performance positiva de +6,37% do Ibovespa, impulsionado pelo início dos anúncios de dividendos extraordinários.
As principais contribuições para o desempenho do mês vieram das posições em renda variável, com posições compradas em bolsa local e compradas em bolsa americana, e renda fixa local, com destaque para posições aplicadas em juros reais. As posições em moedas e renda fixa global tiveram uma performance pouco negativa, com posições vendidas em euro contra dólar e tomadas em juros nominais americanos.
Ao longo do mês de novembro montamos posições compradas em bolsa local, dada a aprovação da taxação de dividendos e a expectativa de mais anúncios de dividendos extraordinários, que deve gerar um fluxo positivo no curto prazo, em contrapartida deve gerar remessas extras de lucros e dividendos, impactando negativamente o fluxo cambial que já é sazonalmente negativo no mês de dezembro. Além disso, permanecemos com posições compradas em bolsa americana, que deve ser beneficiada com os investimentos em inteligência artificial, inclusive através de ganho de produtividade em outros setores além do setor de tecnologia. Ademais, permanecemos com posições aplicadas em juros reais e comprados em créditos bancários locais.
Minuto do gestor - NOVEMBRO 2025 Cenário econômico, posicionamento e resultados
Outubro foi um mês de instabilidade e incertezas.

Com o shutdown do governo norte-americano, as agências federais interromperam a divulgação de dados econômicos — deixando o mercado literalmente no escuro. 

Sem indicadores oficiais, o foco se voltou para fatores qualitativos: balanços corporativos, ruídos políticos e dados privados passaram a guiar os preços, aumentando a volatilidade e a insegurança.

Nesse cenário, qualquer informação ganha peso e o sentimento predominante é de cautela, especialmente diante das dúvidas sobre a força da economia americana. 

#ArmorCapital #MercadoFinanceiro
Sentimento de cautela no mercado financeiro | Trecho do Minuto do Gestor out/25 #mercadofinanceiro
No minuto do gestor, Alfredo Menezes, nosso CEO e CIO  junto a nosso economista, Gustavo Rostelato, comentam brevemente sobre o mercado no mês de agosto,  e seu impacto nos resultados. 

Confira a carta do gestor completa em: www.armorcapital.com.br

Outubro foi um mês de intensa volatilidade, uma vez que o mercado esteve constantemente
procurando algum direcional por conta da ausência de dados em função do shutdown do governo
norte-americano. Com essa visão nebulosa, os agentes deram um peso grande às variáveis
qualitativas durante o mês, como as análises políticas, os dados de sondagens e os balanços de
empresas.
O qualitativo político foi marcado pela dicotomia entre a instabilidade nas discussões comerciais entre EUA e China e dificuldades de coalizão de governo nos países desenvolvidos, como França, Japão e Reino Unido. Fato é que o encontro entre Trump e Xi Jinping trouxe aspectos positivos, como a redução da tarifa média para a importação de produtos chineses, a retomada da compra de soja americana por parte da china e a manutenção do fluxo de exportação de terras raras, enquanto o impasse político nos desenvolvidos continuou vigente. Isso acarretou um fortalecimento do dólar global, que valorizou 2,2% no mês, respondendo às desvalorizações do euro (-1,7%) do iene (-4,7%) e da libra esterlina (-2,4%).
Outro ponto de relevância para o mês foi a decisão de política monetária do FOMC, responsável pela
abertura das taxas curtas das treasuries e fechamento das taxas longas, à medida que Jerome Powell sinaliza que o shutdown adiciona mais incertezas do que clareza para as próximas reuniões, deixando o cenário totalmente aberto. Apesar do tom mais hawkish do FED, o S&P500 valorizou 2,3% no mês, refletindo balanços positivos das sete magnificas, exceto Nvidia que reportará em novembro, especialmente pelos bons resultados de receitas vindos de cloud.
Já o ambiente doméstico seguiu uma dinâmica mais construtiva com o fechamento das taxas de juros nominais e um fortalecimento do IBOV (2,2%), refletindo um otimismo nas negociações com Trump tanto com brasil, quanto com China, com um fluxo de estrangeiros positivo na bolsa local nos últimos dias do mês. Além disso, o ânimo foi ampliado pela melhora nas expectativas de inflação registradas no boletim Focus, indicando a possibilidade de uma ligeira melhora no balanço de riscos do Banco Central do Brasil.
As principais contribuições para o desempenho do mês vieram das posições em renda fixa local, com destaque para posições aplicadas em juros reais. Em moedas, posições vendidas em dólar contra real e renda fixa global com posições tomadas em juros nominais americanos. As posições vendidas em bolsa local contra bolsa americana montadas ao longo do mês contribuíram negativamente para a nossa performance. Permanecemos com um viés tomador de juros nominais americanos e comprador de dólar globalmente, dada a resiliência da atividade americana. Em renda variável, estamos operando de forma tática. Ademais, seguimos com nossas posições aplicadas em juros reais domésticos de médio prazo.
Minuto do gestor - OUTUBRO 2025 Cenário econômico, posicionamento e resultados
Como capturamos o movimento do corte de juros de setembro? #mercadofinanceiro
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12/07/2024 | Broadcast TV: Cabeça de Gestor com Alfredo Menezes, Armor Capital

15/05/2024 | Nord Research: Ainda dá para ser otimista com o Brasil hoje? | Skin in the Game #57 – Alfredo Menezes

26/04/2024 | Exame: Entrevista com Alfredo Menezes, da Armor Capital | Vozes do Mercado

21/03/2024 | Neofeed: A “mão de ferro” da Armor Capital com a bolsa dos Estados Unidos

24/01/2024 | Bom dia Mercado by PicPay: Alfredo Menezes, CEO da Armor Capital, analisa o mercado de câmbio em 2024

14/12/2023 |  Trader Talks #26: Alfredo Menezes*

09/11/2023 |  Random Walk – Ep 10 – Alfredo Menezes *

21/09/2023 | StockPickers : Em meio as incertezas, vamos ao básico: o que os “veteranos” do mercado pensam sobre o cenário*

01/08/2023 | Os Economistas 73 – ALFREDO MENEZES QUESTIONA ESTRATÉGIA DE BUY AND HOLD

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23/08/2022 |  Market Makers #08 – 70 anos de mercado com os dois oráculos da fintwit
 

14/07/2022 | Stock Pickers #154: Pessimismo com Real, Selic 14% e dólar 5,80: previsões de Alfredo Menezes* e Sérgio Machado

03/06/2021 | PrimoCast #124: O ERRO DE 500 MILHÕES DE DÓLARES 

 

*As opiniões expressas nessa live, são tão e somente, as opiniões dos participantes, e não expressam, direta ou indiretamente, as opiniões do seu empregador ou de outra(s) pessoa(s) ou grupo(s)). 

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